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	<title>Suprema Corte &#8211; Portal América</title>
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	<description>Notícias sobre os Estados Unidos</description>
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	<title>Suprema Corte &#8211; Portal América</title>
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		<title>Dólar cai ao menor nível em mais de um ano após decisão da Suprema Corte contra tarifas de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 21:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[O dólar fechou esta sexta-feira (20) em queda de 0,98%, cotado a R$ 5,1758, no menor nível desde maio de 2024, enquanto o Ibovespa avançou 1,06% e encerrou aos 190.534 pontos, novo recorde de fechamento. No acumulado, a moeda norte-americana registra baixa de 5,70% no ano, e o principal índice da bolsa brasileira sobe 18,25% [&#8230;]]]></description>
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<p>O dólar fechou esta sexta-feira (20) em queda de 0,98%, cotado a R$ 5,1758, no menor nível desde maio de 2024, enquanto o Ibovespa avançou 1,06% e encerrou aos 190.534 pontos, novo recorde de fechamento. No acumulado, a moeda norte-americana registra baixa de 5,70% no ano, e o principal índice da bolsa brasileira sobe 18,25% em 2025. O movimento foi influenciado principalmente pelo cenário externo, com destaque para decisões judiciais e indicadores econômicos nos Estados Unidos.</p>



<p>O principal fator de impacto foi a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou as tarifas de importação impostas pelo presidente Donald Trump. Por 6 votos a 3, os ministros entenderam que o republicano extrapolou sua autoridade ao utilizar a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional para impor o chamado “tarifaço”. Em resposta, Trump afirmou que recorrerá a outros dispositivos legais, como a Seção 122 da legislação comercial, para estabelecer uma nova tarifa global de 10%, além de avaliar medidas adicionais com base na Seção 301.</p>



<p>Dados econômicos americanos também estiveram no radar. O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA desacelerou para 1,4% no quarto trimestre de 2025, abaixo das expectativas do mercado, enquanto o índice de preços PCE, indicador acompanhado de perto pelo Federal Reserve, avançou 0,4% em dezembro e acumulou alta de 2,9% em 12 meses. No Brasil, a taxa de desemprego caiu para 5,1% no quarto trimestre, segundo o IBGE. O cenário global ainda incluiu atenção às tensões entre Estados Unidos e Irã, com reflexos nos preços do petróleo e nos mercados internacionais.</p>
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		<title>Por 6 a 3, Suprema Corte derruba tarifaço de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 18:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (20) que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais do país, medida que ficou conhecida como “tarifaço”. Por 6 votos a 3, a maioria dos ministros concluiu que a Lei de [&#8230;]]]></description>
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<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (20) que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais do país, medida que ficou conhecida como “tarifaço”. Por 6 votos a 3, a maioria dos ministros concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, não autoriza o presidente a criar tarifas de forma unilateral. O presidente da Corte, John Roberts, relator do caso, afirmou que é necessária “autorização clara do Congresso” para a adoção de medidas com esse alcance.</p>



<p>A decisão derruba principalmente as chamadas tarifas recíprocas de 10% ou mais, aplicadas desde abril de 2025 com base na IEEPA, mas mantém em vigor outras tarifas adotadas por fundamentos legais distintos, como as impostas sobre aço e alumínio com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962. O caso chegou ao tribunal após ações movidas por empresas afetadas e por 12 estados americanos, que questionaram o uso da legislação emergencial para impor tarifas sem aprovação do Legislativo. Economistas estimam que o governo poderá ser obrigado a devolver parte dos valores arrecadados, que podem superar US$ 175 bilhões.</p>



<p>Em reação, Trump classificou a decisão como “uma vergonha” e afirmou ter um “plano B” para manter ou restabelecer tarifas por outros instrumentos legais, como dispositivos previstos na Lei de Comércio de 1974 ou na própria Lei de 1962. A Constituição americana estabelece que o poder de criar impostos e tarifas é prerrogativa do Congresso, ponto reforçado pela maioria dos ministros. A controvérsia representa um revés significativo para a estratégia comercial adotada pelo governo no segundo mandato, que utilizou tarifas como ferramenta central de negociação com parceiros internacionais, incluindo o Brasil.</p>
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		<title>Suprema Corte pode revisar decisão sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 20:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Suprema Corte]]></category>
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					<description><![CDATA[A ex-escrivã do condado de Kentucky, Kim Davis, que em 2015 se recusou a emitir licenças de casamento para casais do mesmo sexo alegando motivos religiosos, entrou com um recurso na Suprema Corte dos Estados Unidos pedindo a anulação da decisão histórica do caso Obergefell v. Hodges, que legalizou o casamento homoafetivo em todo o país. Davis [&#8230;]]]></description>
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<p>A ex-escrivã do condado de Kentucky, Kim Davis, que em 2015 se recusou a emitir licenças de casamento para casais do mesmo sexo alegando motivos religiosos, entrou com um recurso na Suprema Corte dos Estados Unidos pedindo a anulação da decisão histórica do caso Obergefell v. Hodges, que legalizou o casamento homoafetivo em todo o país. Davis afirma que a medida violou sua liberdade religiosa garantida pela Primeira Emenda e que foi punida injustamente por manter sua fé.</p>



<p>No recurso, Davis argumenta que a Primeira Emenda, que garante a liberdade religiosa, a isenta de responsabilidade por negar licenças de casamento. Além disso, classifica a decisão da Suprema Corte como &#8220;extremamente equivocada&#8221; e exigiria correção legal, termo que reflete a intensidade de sua contestação jurídica. O tribunal ainda não decidiu se aceitará o caso para análise, o que pode ocorrer apenas após uma avaliação preliminar interna.</p>



<p>Especialistas em Direito Constitucional têm apontado que é improvável que o Supremo analise ou reverta o entendimento consolidado em Obergefell, dado o amplo respaldo público e o consenso institucional, além da existência da Lei do Respeito ao Casamento (<em>Respect for Marriage Act</em>), que obriga todos os estados a reconhecer uniões legalmente formalizadas, mesmo que uma decisão futura mude a jurisprudência.</p>
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		<title>Justiça dos EUA impede aplicação de lei contra imigrantes na Flórida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 19:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suprema Corte dos Estados Unidos recusou o pedido de emergência do estado da Flórida para revogar o bloqueio judicial da lei SB 4‑C, que criminaliza a entrada de imigrantes sem documentação no estado. A lei, sancionada pelo governador Ron DeSantis, converteria em crime a presença de imigrantes sem visto e determinaria prisão pré-julgamento sem fiança [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos recusou o pedido de emergência do estado da Flórida para revogar o bloqueio judicial da lei SB 4‑C, que criminaliza a entrada de imigrantes sem documentação no estado. A lei, sancionada pelo governador Ron DeSantis, converteria em crime a presença de imigrantes sem visto e determinaria prisão pré-julgamento sem fiança para reincidentes, mesmo àqueles com pedidos de asilo em andamento. A decisão da Suprema Corte mantém a liminar de um tribunal distrital da Flórida, que havia afirmado que a lei viola a jurisdição federal exclusiva sobre imigração.</p>



<p>A liminar original foi confirmada pelo Tribunal de Apelações da 11ª Região, que considerou a SB 4‑C potencialmente inconstitucional por invadir competência federal. O pedido de urgência do procurador-geral da Flórida foi então enviado à Suprema Corte, mas os ministros decidiram não revogar a liminar, sinalizando um “não” unânime à tentativa do estado de impor sua própria política de imigração. A ACLU celebrou o posicionamento, afirmando que a decisão “reafirma um princípio básico de 150 anos: os estados não podem regular imigração”.</p>



<p>O impasse jurídico segue em curso, já que a Flórida anunciou que continuará a apelar, mas não pode atualmente aplicar a lei. Juristas alertam que, caso o texto acabe sendo aplicado, haverá risco de criminalização em massa, violação de direitos civis e segregação jurídica, com consequências graves para a confiança nas autoridades locais e no sistema de justiça. O litígio se insere em uma onda nacional de resistência a leis estaduais semelhantes, já bloqueadas em estados como Texas, Oklahoma, Idaho e Iowa, o que reforça o argumento de que a imigração é competência exclusiva do governo federal.</p>
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		<title>Suprema Corte protege cidadania automática e limita liminares nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 20:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que juízes federais de instâncias inferiores não podem emitir injunções com alcance nacional, ou seja, ordens que bloqueiem uma política em todo o país. O caso se refere à Ordem Executiva 14160, assinada em janeiro pelo presidente Donald Trump, que tenta restringir a cidadania por nascimento a filhos de estrangeiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que juízes federais de instâncias inferiores não podem emitir injunções com alcance nacional, ou seja, ordens que bloqueiem uma política em todo o país. O caso se refere à Ordem Executiva 14160, assinada em janeiro pelo presidente Donald Trump, que tenta restringir a cidadania por nascimento a filhos de estrangeiros em situação ilegal ou com vistos temporários.</p>



<p>Embora tenha impacto significativo no litígio, a Corte não avaliou a constitucionalidade da ordem de Trump. O julgamento foi limitado a um aspecto processual e não ao mérito da política em si. Três tribunais distritais (Maryland, Massachusetts e Washington) haviam bloqueado nacionalmente a medida, mas agora essas injunções só valerão individualmente para os demandantes.</p>



<p>Na prática, o direito à cidadania por nascimento permanece intacto para todos os nascidos em solo americano, conforme a 14ª Emenda. A decisão abre espaço para que a ordem executiva seja aplicada de forma fragmentada em algumas jurisdições, caso outros tribunais não concedam novas liminares. O futuro da medida dependerá de julgamentos posteriores que ainda devem ocorrer, já que o Supremo ainda não se pronunciou sobre sua legalidade.</p>
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