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	<title>Real &#8211; Portal América</title>
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	<description>Notícias sobre os Estados Unidos</description>
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		<title>Dólar recua para R$ 5,27 e atinge menor valor desde 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 20:27:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O dólar encerrou esta terça-feira (11) em queda de 0,64%, cotado a R$ 5,27, o menor valor desde junho de 2024. A valorização do real foi impulsionada pela ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e pelo IPCA de outubro, que veio abaixo das expectativas do mercado. O cenário de inflação controlada e câmbio valorizado reforçou o otimismo [&#8230;]]]></description>
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<p>O dólar encerrou esta terça-feira (11) em queda de 0,64%, cotado a R$ 5,27, o menor valor desde junho de 2024. A valorização do real foi impulsionada pela ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e pelo IPCA de outubro, que veio abaixo das expectativas do mercado. O cenário de inflação controlada e câmbio valorizado reforçou o otimismo dos investidores, aumentando as projeções de corte da taxa Selic em 2026. Em contrapartida, o Ibovespa subiu 1,58%, alcançando 157.691 pontos e se aproximando de seu 12º recorde consecutivo, refletindo a confiança renovada do mercado doméstico.</p>



<p>A ata do Copom destacou que o Banco Central tem “maior convicção” de que a Selic em 15% ao ano é suficiente para garantir a convergência da inflação à meta, mesmo diante de uma economia ainda aquecida. O documento também ressaltou a melhora nas expectativas inflacionárias, influenciada pela queda das commodities e pela apreciação do real. Já o IPCA de outubro, divulgado pelo IBGE, avançou apenas 0,09%, a menor variação para o mês em 27 anos, levando a inflação acumulada em 12 meses a 4,68%. A desaceleração foi puxada principalmente pela redução de 2,39% na energia elétrica residencial, efeito da mudança na bandeira tarifária, que diminuiu o custo nas contas de luz.</p>



<p>No cenário externo, os investidores acompanharam de perto os desdobramentos do shutdown nos Estados Unidos, que chegou ao 42º dia, mas pode estar próximo do fim após a aprovação de uma medida provisória no Senado. O presidente Donald Trump declarou apoio à proposta, aumentando as chances de retomada das atividades federais. Enquanto isso, os principais índices de Wall Street operaram de forma mista, com pressão sobre o setor de tecnologia e expectativa pelo desfecho político. Na Europa, as bolsas fecharam em alta, e o FTSE 100 de Londres atingiu novo recorde, em meio ao otimismo global e à perspectiva de estabilidade fiscal norte-americana.</p>
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		<title>Dólar cai para R$ 5,46 mesmo com tarifas dos Estados Unidos contra o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 20:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[O dólar fechou em queda nesta quarta-feira, cotado a R$ 5,46, mesmo com a entrada em vigor das novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos contra o Brasil. A desvalorização da moeda americana foi puxada pelas expectativas do mercado de que o Federal Reserve (o banco central dos EUA) corte os juros em breve, possivelmente já [&#8230;]]]></description>
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<p>O dólar fechou em queda nesta quarta-feira, cotado a R$ 5,46, mesmo com a entrada em vigor das novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos contra o Brasil. A desvalorização da moeda americana foi puxada pelas expectativas do mercado de que o Federal Reserve (o banco central dos EUA) corte os juros em breve, possivelmente já na próxima reunião de setembro. Dados divulgados nesta semana mostram uma desaceleração no mercado de trabalho americano, o que reforça o cenário de que a economia dos EUA pode estar perdendo força — aumentando as chances de uma política monetária mais branda.</p>



<p>Apesar das tarifas de 50% sobre produtos brasileiros impostas pelo governo Trump, o impacto imediato no câmbio foi contido. Isso porque os investidores globais focaram mais nas perspectivas de queda dos juros nos Estados Unidos, o que reduz a atratividade do dólar em relação a moedas de países emergentes, como o real. Com juros mais baixos lá fora, o capital tende a buscar retornos em mercados como o Brasil, onde as taxas ainda estão altas, o que fortalece a moeda brasileira. Ou seja, mesmo diante de uma medida considerada hostil contra a economia brasileira, o ambiente internacional acabou favorecendo a valorização do real.</p>



<p>No Brasil, o governo acompanha de perto o cenário. O Banco Central manteve a taxa básica de juros (Selic) em 15% e indicou cautela em futuras decisões. Já o Ministério da Fazenda avalia que a queda do dólar, mesmo com as tarifas, mostra que o mercado está reagindo mais às expectativas externas do que a decisões políticas pontuais. Especialistas apontam que, se os juros realmente caírem nos EUA, o Brasil poderá ter espaço para reduzir sua própria taxa no futuro sem prejudicar o controle da inflação. Isso também pode amenizar os efeitos negativos que as tarifas americanas possam gerar sobre o comércio brasileiro.</p>
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		<title>Dólar dispara e bate R$5,62 após Trump anunciar tarifa ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 13:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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<p>O dólar comercial iniciou o pregão em forte alta nesta quinta-feira, com valorização superior a 1,9% e negociações oscilando entre R$ 5,60 e R$ 5,62. A disparada ocorre em reação direta ao anúncio feito pelo presidente Donald Trump ao presidente Lula sobre a decisão de aplicar uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos a partir de 1º de agosto. A justificativa apresentada por Trump está relacionada a decisões do Supremo Tribunal Federal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e ao que ele chamou de “censura ilegal” a plataformas digitais norte-americanas. No mercado futuro, os contratos de dólar com vencimento em agosto chegaram a ultrapassar R$ 5,611, refletindo uma pressão adicional sobre a moeda brasileira e indicando que os agentes de mercado estão precificando um cenário de conflito comercial duradouro entre os dois países.</p>



<p>O efeito da medida não se limitou ao câmbio: os mercados de ações e juros também foram severamente impactados. O Ibovespa registrou queda superior a 2,4% nas primeiras horas da manhã, com investidores reagindo negativamente ao risco de uma desaceleração do comércio exterior e à possibilidade de medidas retaliatórias por parte do Brasil. A Bolsa de Valores (B3) operou com forte volatilidade, e o índice à vista caiu aproximadamente 1,3% ao longo do dia, refletindo a fuga de capitais estrangeiros e a redução de apetite ao risco. Ao mesmo tempo, a curva de juros futuros apresentou forte inclinação, com destaque para altas expressivas nos contratos com vencimentos mais longos, demonstrando uma reprecificação das expectativas de inflação e crescimento. Esse cenário pressiona ainda mais o Banco Central, que já enfrentava críticas quanto ao espaço para reduzir a taxa Selic diante de um ambiente fiscal fragilizado. A percepção de risco Brasil aumentou substancialmente após o anúncio das tarifas, criando um ambiente de instabilidade mais amplo.</p>



<p>No mercado à vista, o real teve uma desvalorização próxima de 2%, alcançando as maiores cotações desde o final de junho, o que evidencia a deterioração da confiança no cenário macroeconômico nacional. A resposta do governo brasileiro foi rápida: o Ministério da Fazenda e o Itamaraty já sinalizaram que utilizarão a Lei de Reciprocidade Econômica para impor tarifas equivalentes sobre produtos norte-americanos, caso a medida de Trump entre em vigor. Essa sinalização aumentou o temor de uma guerra comercial aberta entre Brasil e Estados Unidos, dois parceiros com relações comerciais bilionárias. A combinação de tarifa, dólar alto e instabilidade política internacional deve manter os mercados voláteis e os agentes econômicos cautelosos nas decisões de investimento.</p>
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		<title>Trump envia carta a Lula e anuncia tarifa de 50% sobre produtos brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 22:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump enviou nesta quarta-feira uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciando a imposição de uma tarifa adicional de 50% sobre todo e qualquer produto importado do Brasil a partir de 1º de agosto, além de eventuais tarifas setoriais vigentes. A medida, conforme Trump, responde a ações judiciais recentes do Supremo [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump enviou nesta quarta-feira uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciando a imposição de uma tarifa adicional de 50% sobre todo e qualquer produto importado do Brasil a partir de 1º de agosto, além de eventuais tarifas setoriais vigentes. A medida, conforme Trump, responde a ações judiciais recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e exigências do judiciário brasileiro que ele classificou como “ordens de censura secretas e ilegais” às plataformas de redes sociais norte-americanas. O anúncio foi realizado por meio da rede social Truth Social.</p>



<p>Na carta, Trump afirmou que a tarifa de 50% “é muito menos do que seria necessário para termos condições de concorrência equitativas” com o Brasil, alegando que o déficit comercial americano e medidas “ameaçadoras” às empresas de tecnologia dos EUA justificam a ação. Ele menciona ainda que, caso o Brasil venha a retaliar com novas alíquotas, os EUA poderão aplicar tarifas adicionais igualmente severas. O texto também insinua que empresas brasileiras poderiam evitá-las promovendo produção em solo americano, e ordena ao Representante de Comércio dos EUA a abertura imediata de uma investigação sob a Seção 301 da lei comercial local.</p>



<p>Especialistas apontam que o impacto imediato dessa decisão incluiu queda superior a 2% do real frente ao dólar, reflexo da tensão do mercado diante da repentina escalada tarifária. A decisão ocorre em meio a uma ofensiva mais ampla da política comercial de Trump, que inclui tarifas de 10% sobre países do BRICS e até 50% sobre cobre. O anúncio também tende a intensificar a desconfiança nas negociações entre Washington e aliados tradicionais, especialmente após o último cúpula do BRICS no Rio de Janeiro, onde Lula criticou o protecionismo americano, afirmando que &#8220;o mundo mudou&#8221; e que não se aceita um “imperador” impondo barreiras unilateralmente.</p>
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		<title>Estados Unidos e China firmam acordo comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump anunciou que um acordo comercial com a China foi concluído. Segundo ele, a negociação prevê que a China forneça ímãs e terras raras à indústria norte-americana, em troca de concessões como a manutenção da presença de estudantes chineses em universidades americanas. Trump destacou ainda que a tarifa sobre produtos chineses ficará [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump anunciou que um acordo comercial com a China foi concluído. Segundo ele, a negociação prevê que a China forneça ímãs e terras raras à indústria norte-americana, em troca de concessões como a manutenção da presença de estudantes chineses em universidades americanas. Trump destacou ainda que a tarifa sobre produtos chineses ficará em 55%, enquanto a China aplicará 10% sobre importações dos Estados Unidos.</p>



<p>O acordo é resultado de negociações intensas após um entendimento inicial firmado no mês passado. A estrutura prevê uma tarifa recíproca de 10%, com acréscimos de 20% por acusações relacionadas ao tráfico de fentanil e 25% referentes a tarifas já existentes — somando os 55% anunciados por Trump.</p>



<p>O texto também define regras para a cooperação entre os dois países e estabelece revisões periódicas das tarifas. A assinatura oficial pelos presidentes Donald Trump e Xi Jinping deve ocorrer nos próximos dias.</p>
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