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	<title>Nicolás Maduro &#8211; Portal América</title>
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	<description>Notícias sobre os Estados Unidos</description>
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	<title>Nicolás Maduro &#8211; Portal América</title>
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		<title>Sargento dos EUA é preso por lucrar US$ 400 mil com apostas sobre Maduro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
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					<description><![CDATA[Autoridades dos Estados Unidos prenderam o sargento das forças especiais Gannon Ken Van Dyke, acusado de lucrar mais de US$ 400 mil ao realizar apostas com base em informações confidenciais sobre a captura de Nicolás Maduro. Segundo o Departamento de Justiça, o militar participou do planejamento e execução da operação que levou à detenção do [&#8230;]]]></description>
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<p>Autoridades dos Estados Unidos prenderam o sargento das forças especiais Gannon Ken Van Dyke, acusado de lucrar mais de US$ 400 mil ao realizar apostas com base em informações confidenciais sobre a captura de Nicolás Maduro. Segundo o Departamento de Justiça, o militar participou do planejamento e execução da operação que levou à detenção do líder venezuelano em janeiro e utilizou esse conhecimento para apostar na plataforma Polymarket antes do anúncio oficial.</p>



<p>De acordo com as investigações, Van Dyke realizou 13 apostas entre o fim de dezembro e o início de janeiro, investindo cerca de US$ 33 mil em contratos que previam a queda de Maduro. Com a confirmação da operação militar, os valores desses contratos aumentaram rapidamente, resultando em um lucro estimado superior a US$ 400 mil. As autoridades afirmam que o militar tentou ocultar sua identidade após os ganhos, transferindo recursos para contas de criptomoedas e alterando registros vinculados às apostas.</p>



<p>O caso é tratado como uso ilegal de informação privilegiada e inclui acusações como fraude, uso indevido de dados confidenciais e transações financeiras ilícitas. Segundo investigadores, o episódio marca um dos primeiros processos envolvendo insider trading em mercados de previsão, ampliando o debate sobre o uso dessas plataformas. O Departamento de Justiça destacou que militares com acesso a informações sensíveis são proibidos de utilizá-las para benefício pessoal, e o acusado pode enfrentar décadas de prisão caso seja condenado.</p>
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		<title>Governador da Flórida afirma que prisão de Maduro “foi bem-sucedida”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 19:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador da Flórida, Ron DeSantis, comentou nesta segunda-feira (5) a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, dois dias após a operação militar dos Estados Unidos que resultou na prisão do ditador venezuelano e de sua esposa. Em entrevista coletiva no condado de Baker, DeSantis afirmou que Maduro já havia sido indiciado anteriormente por crimes federais e [&#8230;]]]></description>
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<p>O governador da Flórida, Ron DeSantis, comentou nesta segunda-feira (5) a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, dois dias após a operação militar dos Estados Unidos que resultou na prisão do ditador venezuelano e de sua esposa. Em entrevista coletiva no condado de Baker, DeSantis afirmou que Maduro já havia sido indiciado anteriormente por crimes federais e que a ação foi bem-sucedida ao levá-lo à Justiça. O governador, no entanto, não atribuiu crédito direto ao presidente Donald Trump pela operação.</p>



<p>Maduro foi capturado no sábado (3) e levado para Nova York, onde compareceu ao tribunal federal de Manhattan nesta segunda-feira e se declarou inocente das acusações de tráfico de drogas e armas apresentadas inicialmente em 2020. A prisão repercutiu fortemente entre políticos da Flórida, estado que concentra a maior população de venezuelanos nos Estados Unidos. Aliados republicanos de Trump, como o senador Rick Scott e o deputado Byron Donalds, elogiaram publicamente a ação, citando ameaças à segurança nacional.</p>



<p>Já o deputado democrata Darren Soto, de Orlando, adotou um tom mais cauteloso. Embora tenha classificado a captura de Maduro como um avanço para a democracia venezuelana, criticou a ausência de autorização prévia do Congresso, levantando questionamentos sobre a legalidade da missão. DeSantis, por sua vez, afirmou esperar que os venezuelanos consigam se libertar do que chamou de herança do regime chavista e voltou a relacionar a crise venezuelana às políticas migratórias, destacando ações recentes do governo estadual em cooperação com autoridades federais para reforçar a fiscalização imigratória na Flórida.</p>
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		<title>Maduro se declara inocente em tribunal dos EUA e diz ser “prisioneiro de guerra”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 17:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou-se inocente nesta segunda-feira (5) durante sua primeira audiência na Justiça dos Estados Unidos, em Nova York. Capturado no sábado (3) em Caracas por forças norte-americanas, Maduro afirmou ser um “prisioneiro de guerra” do governo de Donald Trump e disse continuar sendo o presidente venezuelano. Ele negou todas as acusações apresentadas pelas autoridades [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou-se inocente nesta segunda-feira (5) durante sua primeira audiência na Justiça dos Estados Unidos, em Nova York. Capturado no sábado (3) em Caracas por forças norte-americanas, Maduro afirmou ser um “prisioneiro de guerra” do governo de Donald Trump e disse continuar sendo o presidente venezuelano. Ele negou todas as acusações apresentadas pelas autoridades americanas, que incluem narcoterrorismo, conspiração para o tráfico de cocaína e posse de armas e explosivos.</p>



<p>A audiência ocorreu em um tribunal federal de Manhattan e teve caráter processual, servindo para a leitura formal das acusações. Algemado nos tornozelos e utilizando fones de ouvido para acompanhar a tradução, Maduro ouviu as imputações ao lado da esposa, Cilia Flores, que também responde a acusações. O juiz marcou uma nova audiência para 17 de março, quando ambos deverão prestar depoimento. Antes da sessão, imagens da Reuters mostraram o venezuelano sendo transferido do Centro de Detenção Metropolitano, no Brooklyn, até o tribunal.</p>



<p>No plano político, a prisão de Maduro levou à mudança imediata no comando da Venezuela. A vice-presidente Delcy Rodríguez foi reconhecida como presidente interina pelo Tribunal Supremo de Justiça e pelas Forças Armadas do país, com mandato provisório de 90 dias. Em Washington, Trump afirmou que os Estados Unidos estão “no comando” da Venezuela após a captura de Maduro, enquanto mantêm interlocução com a nova liderança em Caracas, ampliando a tensão diplomática e a incerteza sobre o futuro político do país.</p>
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		<title>Conselho da ONU debate ação dos EUA, e Maduro deve depor em Nova York</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 13:05:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Segurança da ONU deve se reunir nesta segunda-feira (5), por volta das 12h (horário de Brasília), para discutir a legalidade da captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por forças especiais dos Estados Unidos. A prisão ocorreu na madrugada de sábado (3), durante uma operação militar que provocou apagões em áreas da Caracas e atingiu instalações militares. Detido [&#8230;]]]></description>
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<p>O Conselho de Segurança da ONU deve se reunir nesta segunda-feira (5), por volta das 12h (horário de Brasília), para discutir a legalidade da captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por forças especiais dos Estados Unidos. A prisão ocorreu na madrugada de sábado (3), durante uma operação militar que provocou apagões em áreas da Caracas e atingiu instalações militares. Detido em território americano, Maduro deve comparecer ainda nesta segunda-feira diante de um juiz federal em Nova York, sob acusações de narcotráfico, segundo o Tribunal Distrital de Manhattan.</p>



<p>A operação gerou reações divergentes na comunidade internacional. Rússia, China e outros aliados de Caracas acusaram Washington de violar o direito internacional, enquanto aliados dos EUA têm adotado um tom mais cauteloso no debate. O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou a ação como um “precedente perigoso”, de acordo com seu porta-voz. Especialistas em direito internacional afirmam que a medida pode ser considerada ilegal, embora os Estados Unidos tenham poder de veto no Conselho de Segurança, o que pode bloquear eventuais resoluções de responsabilização.</p>



<p>Na Venezuela, as Forças Armadas reconheceram a vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina após a prisão de Maduro. No domingo (4), Rodríguez divulgou uma carta aberta ao presidente Donald Trump, na qual pediu diálogo, o fim das hostilidades e a abertura de uma agenda de cooperação entre os dois países. No documento, ela afirmou que a Venezuela busca evitar um conflito armado e defendeu um relacionamento baseado na não ingerência, enquanto o futuro político do país permanece indefinido.</p>
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		<title>Maduro é levado para prisão federal no Brooklyn, e vice assume governo na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2026 16:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente venezuelano Nicolás Maduro foi levado para o Metropolitan Detention Center Brooklyn, prisão federal localizada no bairro do Brooklyn, em Nova York, conhecida por histórico de problemas estruturais e de segurança. Inaugurada no início dos anos 1990, a unidade abriga atualmente cerca de 1.300 detentos e é usada principalmente para presos que aguardam julgamento [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente venezuelano Nicolás Maduro foi levado para o Metropolitan Detention Center Brooklyn, prisão federal localizada no bairro do Brooklyn, em Nova York, conhecida por histórico de problemas estruturais e de segurança. Inaugurada no início dos anos 1990, a unidade abriga atualmente cerca de 1.300 detentos e é usada principalmente para presos que aguardam julgamento em tribunais federais de Manhattan e Brooklyn, incluindo acusados de crimes como tráfico de drogas, atuação em gangues e delitos financeiros.</p>



<p>Na noite de sábado, um grupo de venezuelanos expatriados se reuniu em frente ao presídio para comemorar a captura de Maduro, enquanto um comboio policial, supostamente transportando o ex-líder e sua esposa, chegava ao local. O MDC Brooklyn já recebeu outros chefes de Estado e presos de alto perfil, como o ex-presidente de Honduras Juan Orlando Hernández, além de nomes como Sam Bankman-Fried e Ghislaine Maxwell. Atualmente, a unidade também mantém detidos como Ismael “El Mayo” Zambada, apontado como líder do cartel de Sinaloa.</p>



<p>Descrita por críticos como um local de condições degradantes, a prisão enfrentou episódios graves nos últimos anos, incluindo mortes de detentos, denúncias de corrupção envolvendo funcionários e um apagão em 2019 que deixou internos sem aquecimento por vários dias. O Federal Bureau of Prisons afirma que medidas recentes melhoraram a situação, com reforço de equipes, reparos estruturais e redução da população carcerária. Enquanto isso, na Venezuela, as Forças Armadas reconheceram Delcy Rodríguez como presidente interina por 90 dias, em decisão respaldada pelo Tribunal Supremo de Justiça, enquanto os Estados Unidos sinalizaram disposição para dialogar com as lideranças remanescentes do país, condicionando qualquer avanço a decisões consideradas adequadas por Washington.</p>
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		<title>Réplica do esconderijo, informante e meses de planejamento: como os EUA capturaram Maduro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump anunciou na madrugada de sábado a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, em uma operação militar que, segundo fontes, vinha sendo planejada havia meses. A missão, revelada inicialmente em uma publicação na rede Truth Social, foi descrita por autoridades americanas como resultado de um longo trabalho de inteligência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente Donald Trump anunciou na madrugada de sábado a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, em uma operação militar que, segundo fontes, vinha sendo planejada havia meses. A missão, revelada inicialmente em uma publicação na rede Truth Social, foi descrita por autoridades americanas como resultado de um longo trabalho de inteligência e preparação tática.</p>



<p>De acordo com pessoas familiarizadas com a operação, tropas de elite dos Estados Unidos, incluindo a Delta Force, chegaram a construir uma réplica do esconderijo de Maduro para simular a invasão de uma residência fortificada. Os ensaios teriam incluído diferentes cenários de entrada e retirada, com foco em minimizar riscos durante a captura. Paralelamente, a CIA mantinha agentes em solo venezuelano desde agosto, monitorando a rotina do presidente e reunindo informações estratégicas.</p>



<p>Fontes ouvidas pela Reuters afirmaram ainda que a agência contava com um informante próximo a Maduro, preparado para indicar sua localização exata no momento da ofensiva. Com base nesses dados, Trump autorizou a missão quatro dias antes de sua execução, embora militares e agentes de inteligência tenham recomendado adiar o início até que as condições climáticas fossem favoráveis.</p>



<p>A operação, batizada de Absolute Resolve, envolveu uma ampla mobilização militar. O Pentágono coordenou o envio de um porta-aviões, 11 navios de guerra, dezenas de aeronaves — incluindo caças F-35, F-22 e bombardeiros B-1 — e mais de 15 mil militares para o Caribe. Ataques aéreos atingiram alvos militares em Caracas, enquanto forças especiais avançavam em solo, enfrentando resistência pontual durante a entrada no complexo onde Maduro se encontrava.</p>



<p>Segundo autoridades americanas, Maduro tentou alcançar uma sala segura, mas foi surpreendido pelas tropas e se rendeu junto com a esposa. Alguns militares dos EUA ficaram feridos, mas não houve mortes. Após a retirada do território venezuelano, os detidos foram levados por helicóptero até o mar e transferidos para o navio anfíbio USS Iwo Jima. Horas depois, Trump divulgou uma imagem de Maduro sob custódia, confirmando o desfecho da operação que marcou um novo capítulo na crise entre Washington e Caracas.</p>
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		<title>Trump diz que EUA vão administrar a Venezuela após captura de Maduro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 18:47:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump afirmou neste sábado (3) que os Estados Unidos vão “administrar” a Venezuela de forma interina após um ataque de grande escala que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. Em pronunciamento feito em Mar-a-Lago, Trump disse que um grupo formado por integrantes do alto escalão de seu governo assumirá a condução [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump afirmou neste sábado (3) que os Estados Unidos vão “administrar” a Venezuela de forma interina após um ataque de grande escala que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. Em pronunciamento feito em Mar-a-Lago, Trump disse que um grupo formado por integrantes do alto escalão de seu governo assumirá a condução do país até que ocorra uma transição de poder, sem detalhar prazos ou a composição do grupo.</p>



<p>Trump anunciou ainda a entrada de petroleiras norte-americanas na indústria petrolífera venezuelana, afirmando que empresas dos EUA investirão bilhões para recuperar a infraestrutura e retomar a produção. O presidente declarou que a operação se insere em uma nova estratégia de política externa baseada na Doutrina Monroe e afirmou que o “domínio americano no Hemisfério Ocidental” não será mais questionado. Ele também indicou que não descarta novas ofensivas e a presença de tropas em solo venezuelano.</p>



<p>Segundo Trump, o secretário de Estado Marco Rubio mantém diálogo com a vice-presidente Delcy Rodríguez, a quem classificou como disposta a colaborar. O presidente norte-americano disse ainda que a Justiça dos Estados Unidos decidirá onde Maduro ficará detido enquanto aguarda julgamento. O governo venezuelano, por sua vez, classificou a ação como uma agressão e declarou estado de comoção exterior, elevando o nível de tensão entre os dois países.</p>
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		<title>Trump anuncia captura de Nicolás Maduro após ofensiva dos EUA na Venezuela</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi publicada pelo próprio Trump em uma rede social, onde ele disse que a operação teria sido conduzida com sucesso e que Maduro e a esposa foram [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi publicada pelo próprio Trump em uma rede social, onde ele disse que a operação teria sido conduzida com sucesso e que Maduro e a esposa foram retirados do país por via aérea. O presidente norte-americano não informou para onde o casal teria sido levado.</p>



<p>Após o anúncio, autoridades venezuelanas disseram não ter informações sobre o paradeiro de Maduro. A vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou desconhecer o local onde o presidente estaria e exigiu que o governo dos Estados Unidos apresentasse uma prova de vida. Na madrugada deste sábado, uma série de explosões foi registrada em Caracas. Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em um intervalo de cerca de 30 minutos, com relatos de tremores, aeronaves sobrevoando a cidade em baixa altitude e interrupções no fornecimento de energia elétrica, especialmente nas proximidades da base aérea de La Carlota.</p>



<p>Em comunicado oficial, o governo venezuelano classificou a ação como uma “agressão imperialista” e declarou estado de comoção exterior em todo o território nacional. Caracas afirmou que a operação teria como objetivo tomar recursos estratégicos do país, como petróleo e minerais, e acusou os Estados Unidos de tentar impor uma mudança de regime. O governo declarou ainda que se reserva o direito à legítima defesa e convocou países da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade, enquanto a tensão entre os dois países atinge um novo patamar.</p>
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		<title>Trump confirma 1º ataque dos EUA à Venezuela contra instalação ligada às drogas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 20:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump confirmou nesta segunda-feira (29) que forças americanas realizaram um ataque contra uma instalação utilizada pelo narcotráfico na Venezuela. A operação ocorreu na semana passada e marcou o primeiro ataque confirmado dos Estados Unidos em território venezuelano. Questionado por jornalistas, Trump afirmou que houve uma grande explosão em uma área portuária usada para [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump confirmou nesta segunda-feira (29) que forças americanas realizaram um ataque contra uma instalação utilizada pelo narcotráfico na Venezuela. A operação ocorreu na semana passada e marcou o primeiro ataque confirmado dos Estados Unidos em território venezuelano. Questionado por jornalistas, Trump afirmou que houve uma grande explosão em uma área portuária usada para o carregamento de drogas, sem informar se novas ações estão previstas.</p>



<p>O presidente norte-americano não esclareceu se a operação foi conduzida pelas Forças Armadas ou pela CIA, limitando-se a dizer que o ataque ocorreu ao longo da costa venezuelana. Trump já havia mencionado a ação na sexta-feira (26), durante entrevista à rádio WABC, mas sem confirmar o local ou citar diretamente a Venezuela. No domingo (28), o The New York Times informou que integrantes do governo americano afirmaram que o alvo era uma instalação ligada ao narcotráfico no país sul-americano, informação confirmada oficialmente apenas nesta segunda-feira.</p>



<p>Até então, o governo dos EUA vinha divulgando apenas operações em mar aberto contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas e apreensões de petroleiros associados ao regime de Nicolás Maduro. O ataque ocorre no contexto da intensificação da pressão americana sobre Caracas, que inclui o deslocamento de meios militares para o Caribe e o aumento de sanções contra o governo venezuelano.</p>
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		<title>Trump anuncia bloqueio total a petroleiros e diz que Venezuela está “completamente cercada”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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<p>O presidente Donald Trump elevou o tom contra a Venezuela nesta terça-feira (16) ao afirmar que o país está “completamente cercado” e ao anunciar um bloqueio total a petroleiros já alvos de sanções que entrem ou saiam do território venezuelano. Em publicações nas redes sociais, Trump acusou Caracas de roubar petróleo e terras dos norte-americanos. Segundo o presidente, a Venezuela estaria cercada pela “maior armada já reunida na história da América do Sul”, e a ofensiva só aumentaria até que o país devolvesse bens supostamente apropriados de forma ilegal.</p>



<p>Trump também classificou o regime de Maduro como uma “organização terrorista estrangeira”, alegando que o petróleo venezuelano financia crimes como tráfico de drogas, de pessoas, assassinatos e sequestros. Com base nessas acusações, determinou o bloqueio completo de embarcações sancionadas, medida que atinge diretamente o coração da economia venezuelana. De acordo com o site Axios, ao menos 18 petroleiros punidos pelos Estados Unidos estariam atualmente em águas venezuelanas. O endurecimento ocorre mesmo com a Venezuela ainda exportando cerca de 1 milhão de barris de petróleo por dia, muitas vezes por meio do uso de “navios fantasmas”, que trocam de nome e bandeira para driblar sanções internacionais.</p>



<p>Em resposta, o governo de Nicolás Maduro reagiu com veemência, classificando as declarações de Trump como uma “ameaça grotesca” e “absolutamente irracional”. Em comunicado oficial, Caracas afirmou que a decisão viola o direito internacional, a livre navegação e o comércio marítimo, e anunciou que levará o caso à Organização das Nações Unidas. A Venezuela reiterou que não aceitará pressões externas e prometeu defender sua soberania sobre recursos naturais e rotas marítimas. A tensão aumentou ainda mais após a recente apreensão, por forças americanas, de um navio petroleiro no Caribe — ação que Maduro chamou de “pirataria naval criminosa” e que, segundo a Reuters, contribuiu para a retenção de cerca de 11 milhões de barris de petróleo em águas venezuelanas.</p>
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