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	<title>Jeffrey Epstein &#8211; Portal América</title>
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	<description>Notícias sobre os Estados Unidos</description>
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	<title>Jeffrey Epstein &#8211; Portal América</title>
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		<title>Jornal revela possível carta de suicídio deixada por Jeffrey Epstein na prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Jeffrey Epstein]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornal The New York Times revelou que o financista Jeffrey Epstein pode ter deixado uma carta de suicídio enquanto estava preso, documento que permanece sob sigilo judicial. Segundo a reportagem publicada nesta quinta-feira (30), o bilhete teria sido encontrado em 2019 por seu então companheiro de cela, Nicholas Tartaglione, após Epstein ser achado inconsciente [&#8230;]]]></description>
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<p>O jornal The New York Times revelou que o financista Jeffrey Epstein pode ter deixado uma carta de suicídio enquanto estava preso, documento que permanece sob sigilo judicial. Segundo a reportagem publicada nesta quinta-feira (30), o bilhete teria sido encontrado em 2019 por seu então companheiro de cela, Nicholas Tartaglione, após Epstein ser achado inconsciente com um pano enrolado no pescoço dentro da prisão. Na ocasião, Epstein negou ter tentado suicídio e acusou Tartaglione de agressão, o que levou à sua transferência para outra cela dias antes de ser encontrado morto.</p>



<p>De acordo com o relato de Tartaglione ao jornal, o bilhete foi localizado dentro de um livro logo após a transferência de Epstein. O ex-policial, que cumpre prisão perpétua por homicídio, afirmou que o documento continha mensagens nas quais o financista dizia ter sido investigado por meses sem que nada fosse encontrado contra ele. Entre os trechos mencionados estão frases como “O que você quer que eu faça, que eu comece a chorar?” e “Hora de dizer adeus”. Tartaglione declarou ainda que entregou a carta ao seu advogado como forma de precaução, temendo novas acusações por parte de Epstein.</p>



<p>O jornal informou que o bilhete foi lacrado por ordem de um juiz federal e passou a integrar o processo criminal contra Tartaglione, sem ter sido acessado pelos investigadores responsáveis pela apuração da morte de Epstein. Um porta-voz do tribunal de Nova York não comentou o caso, enquanto o Departamento de Justiça afirmou não ter conhecimento do documento. A morte de Epstein, classificada oficialmente como suicídio, ocorreu poucos dias após sua prisão em 2019 por acusações de tráfico sexual e continua cercada por questionamentos, em meio a relatos de falhas na segurança da unidade prisional e à divulgação recente de materiais ligados às investigações do caso.</p>
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		<title>Bank of America aceita pagar US$ 72,5 milhões em acordo ligado ao caso Jeffrey Epstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 20:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Jeffrey Epstein]]></category>
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					<description><![CDATA[O Bank of America concordou em pagar US$ 72,5 milhões para encerrar uma ação civil movida por mulheres que acusam a instituição de facilitar abusos sexuais cometidos por Jeffrey Epstein. O acordo foi informado em registros judiciais divulgados nesta sexta-feira (27) e ainda depende de aprovação do juiz Jed Rakoff, que agendou uma audiência para [&#8230;]]]></description>
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<p>O Bank of America concordou em pagar US$ 72,5 milhões para encerrar uma ação civil movida por mulheres que acusam a instituição de facilitar abusos sexuais cometidos por Jeffrey Epstein. O acordo foi informado em registros judiciais divulgados nesta sexta-feira (27) e ainda depende de aprovação do juiz Jed Rakoff, que agendou uma audiência para avaliar os termos. A negociação havia sido previamente indicada pelas partes como um “acordo em princípio”, sem detalhes públicos até então.</p>



<p>A ação coletiva, apresentada por uma mulher identificada como Jane Doe, sustenta que o banco ignorou movimentações financeiras suspeitas relacionadas a Epstein, mesmo diante de informações sobre seus crimes, priorizando interesses financeiros. A instituição, por sua vez, afirmou que prestou apenas serviços bancários rotineiros a clientes que, naquele momento, não tinham ligação conhecida com o financista, classificando as acusações como infundadas.</p>



<p>O processo também menciona operações envolvendo o investidor Leon Black, cofundador da Apollo Global Management, que realizou pagamentos a Epstein. Casos semelhantes já resultaram em acordos com outros bancos, como JPMorgan Chase e Deutsche Bank. Epstein morreu em 2019, em uma prisão em Manhattan, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual; a morte foi considerada suicídio pelas autoridades.</p>
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		<title>Bill Clinton nega envolvimento em crimes ligados a Jeffrey Epstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 16:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Clinton]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton prestou depoimento nesta sexta-feira (27) a parlamentares americanos no âmbito das investigações relacionadas ao caso Jeffrey Epstein. Em declaração inicial divulgada por sua assessoria, afirmou: “Eu não vi nada, eu não fiz nada de errado”. O depoimento ocorreu a portas fechadas em Chappaqua, no estado de Nova York, [&#8230;]]]></description>
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<p>O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton prestou depoimento nesta sexta-feira (27) a parlamentares americanos no âmbito das investigações relacionadas ao caso Jeffrey Epstein. Em declaração inicial divulgada por sua assessoria, afirmou: “Eu não vi nada, eu não fiz nada de errado”. O depoimento ocorreu a portas fechadas em Chappaqua, no estado de Nova York, e marca a primeira vez que um ex-presidente é obrigado a depor perante o Congresso dos EUA.</p>



<p>O depoimento ocorre um dia após Hillary Clinton também ter sido ouvida pela Comissão de Supervisão e Reforma Governamental da Câmara, controlada por republicanos. Ela declarou não ter qualquer informação sobre atividades criminosas de Epstein e afirmou estar “100% certa” de que o marido desconhecia os crimes investigados. Hillary disse ainda que nunca conheceu o financista e relatou que, durante seu depoimento, recebeu perguntas que classificou como incomuns, incluindo questionamentos sobre “OVNIs” e “Pizzagate”.</p>



<p>Os Clintons deveriam ter deposto em 2025, mas alegaram conflitos de agenda que adiaram as datas. Em janeiro, o casal divulgou carta acusando o presidente da comissão, o deputado republicano James Comer, de perseguição política. Embora Bill Clinton tenha sido registrado em imagens e voos ao lado de Epstein, não há acusações formais contra ele. Seu porta-voz reiterou que o ex-presidente rompeu relações com o financista muito antes de as investigações sobre os crimes ganharem novo fôlego e classificou as tentativas de vinculá-lo diretamente ao escândalo como infundadas.</p>
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		<title>“Não tenho conhecimento”, diz Hillary Clinton ao depor sobre caso Epstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 16:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Hillary Clinton]]></category>
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					<description><![CDATA[A ex-secretária de Estado Hillary Clinton afirmou nesta quinta-feira (26) que não possui qualquer informação sobre atividades criminosas de Jeffrey Epstein e defendeu que parlamentares questionem o presidente Donald Trump sob juramento sobre o caso. Hillary foi intimada a depor na Comissão de Supervisão e Reforma Governamental da Câmara dos Representantes, atualmente controlada por republicanos. [&#8230;]]]></description>
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<p>A ex-secretária de Estado Hillary Clinton afirmou nesta quinta-feira (26) que não possui qualquer informação sobre atividades criminosas de Jeffrey Epstein e defendeu que parlamentares questionem o presidente Donald Trump sob juramento sobre o caso. Hillary foi intimada a depor na Comissão de Supervisão e Reforma Governamental da Câmara dos Representantes, atualmente controlada por republicanos. O colegiado conduz investigações relacionadas ao escândalo envolvendo o financista, morto em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual.</p>



<p>O depoimento de seu marido, o ex-presidente Bill Clinton, está marcado para sexta-feira (27). Ambos prestarão esclarecimentos a partir de Chappaqua, no estado de Nova York, onde residem, embora a maioria dos depoentes tenha comparecido presencialmente ao Capitólio. A comissão já concedeu exceções anteriormente, incluindo ao empresário Les Wexner. Os depoimentos do casal estavam previstos para 2025, mas foram adiados por conflitos de agenda. Em janeiro, os dois divulgaram carta acusando o presidente do comitê, o deputado republicano James Comer, de perseguição política.</p>



<p>Hillary não aparece nos arquivos divulgados do caso, segundo seus porta-vozes, que classificam a convocação como manobra política. Já Bill Clinton é citado em registros e fotografias ao lado de Epstein, incluindo viagens em aeronaves particulares, embora não haja acusações formais contra ele. Representantes de Bill afirmam que ele rompeu relações com Epstein anos antes de as denúncias se tornarem públicas e sustentam que a investigação tem sido utilizada em disputas partidárias entre democratas e republicanos.</p>
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		<title>Filho da Rainha Elizabeth II, ex-príncipe Andrew é preso em investigação ligada a Jeffrey Epstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ex-príncipe Andrew, filho da falecida Rainha Elizabeth II, foi preso nesta quinta-feira (19) em sua residência no Reino Unido, no âmbito de investigações sobre possíveis ligações com o financista Jeffrey Epstein. A informação foi divulgada pela BBC e confirmada pela família real britânica. A Polícia do Vale do Tâmisa informou que deteve um homem na [&#8230;]]]></description>
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<p>O ex-príncipe Andrew, filho da falecida Rainha Elizabeth II, foi preso nesta quinta-feira (19) em sua residência no Reino Unido, no âmbito de investigações sobre possíveis ligações com o financista Jeffrey Epstein. A informação foi divulgada pela BBC e confirmada pela família real britânica. A Polícia do Vale do Tâmisa informou que deteve um homem na faixa dos 60 anos sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público, após avaliação que apontou “motivos razoáveis para suspeitar que um crime ocorreu”, sem citar oficialmente o nome do investigado.</p>



<p>Segundo as autoridades, foram realizadas buscas em dois endereços ligados ao suspeito, um em Berkshire e outro em Norfolk, com apoio da polícia local. A investigação foi aberta após apurações indicarem a possibilidade de envio de relatórios confidenciais a Epstein durante o período em que Andrew atuou como representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional. Em comunicado, o rei Charles III afirmou ter recebido a notícia “com preocupação”, declarou apoio às autoridades e ressaltou que a lei deve seguir seu curso. De acordo com a BBC, o monarca não teria sido informado previamente sobre a prisão.</p>



<p>A detenção ocorre em meio à divulgação de novos arquivos do caso Epstein pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, nos quais Andrew aparece citado e fotografado em registros relacionados ao investigado. O ex-príncipe também foi acusado de agressão sexual por Virginia Giuffre, alegações que sempre negou. Ele igualmente rejeita qualquer irregularidade envolvendo o suposto compartilhamento de informações confidenciais. Caso seja formalmente acusado e condenado por má conduta no exercício de cargo público, a legislação britânica prevê possibilidade de pena severa, incluindo prisão.</p>
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		<title>Jeffrey Epstein teve CPF emitido no Brasil, apontam registros oficiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 15:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Documentos recentemente divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelam que Jeffrey Epstein possuía um CPF brasileiro. A informação aparece em uma lista de arquivos incluída na pasta “Arquivos diversos” relacionada ao financista, acusado de tráfico sexual de menores. A existência do cadastro foi confirmada junto à Receita Federal, que aponta que o documento [&#8230;]]]></description>
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<p>Documentos recentemente divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelam que Jeffrey Epstein possuía um CPF brasileiro. A informação aparece em uma lista de arquivos incluída na pasta “Arquivos diversos” relacionada ao financista, acusado de tráfico sexual de menores. A existência do cadastro foi confirmada junto à Receita Federal, que aponta que o documento foi emitido em 2003, está com situação regular e contém a data de nascimento de Epstein, 20 de janeiro de 1953. Pelas normas brasileiras, estrangeiros, mesmo sem residência no país, podem solicitar inscrição no CPF, diretamente ou por meio de procurador legalmente constituído.</p>



<p>A Receita Federal informou que a possibilidade de registro para estrangeiros está prevista na Instrução Normativa 2.172/2024 e destacou que qualquer alteração cadastral envolvendo pessoa falecida só pode ser solicitada por representantes legais, como inventariante, cônjuge ou herdeiros, especialmente em casos que envolvam bens no Brasil. A revelação reacende questionamentos sobre eventuais vínculos administrativos ou interesses do empresário no país. E-mails anexados aos arquivos também indicam que Epstein chegou a discutir, em 2011, a possibilidade de obter cidadania brasileira, em conversa com a empresária alemã Nicole Junkermann, embora não haja registro de que o processo tenha avançado.</p>



<p>O caso envolvendo Jeffrey Epstein se arrastou por anos na Justiça americana. Investigado inicialmente em 2005 por abuso sexual de menores na Flórida, ele firmou em 2008 um acordo controverso que resultou em pena reduzida. Em 2019, foi novamente preso e acusado de comandar uma ampla rede de exploração sexual que, segundo autoridades, vitimou mais de 250 meninas. Epstein foi encontrado morto na prisão em agosto daquele ano; a autópsia concluiu suicídio. Mesmo após sua morte, as investigações continuaram, com promotores afirmando que outras pessoas poderiam ser responsabilizadas e que as vítimas seguiriam buscando reparação judicial.</p>
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		<title>Relatório do FBI aponta que Trump falou com polícia da Flórida sobre Epstein em 2006</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Um documento do FBI divulgado na mais recente leva de arquivos sobre o caso Jeffrey Epstein revela que Donald Trump teria ligado, em 2006, ao então chefe de polícia de Palm Beach após o início das investigações contra o financista. Segundo o registro da entrevista feita pelo FBI em 2019 com o ex-policial, identificado como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um documento do FBI divulgado na mais recente leva de arquivos sobre o caso Jeffrey Epstein revela que Donald Trump teria ligado, em 2006, ao então chefe de polícia de Palm Beach após o início das investigações contra o financista. Segundo o registro da entrevista feita pelo FBI em 2019 com o ex-policial, identificado como Michael Reiter, o atual presidente dos Estados Unidos teria afirmado: “Graças a Deus que estão prendendo ele, todo mundo sabia que ele estava fazendo isso”. Reiter confirmou ao Miami Herald que recebeu a ligação na época, reforçando a autenticidade do relato descrito no documento federal.</p>



<p>De acordo com o resumo da entrevista, Trump também teria dito que expulsou Epstein de seu clube em Mar-a-Lago e que “as pessoas em Nova York sabiam que ele era repugnante”. O ex-chefe de polícia afirmou ainda que o presidente mencionou Ghislaine Maxwell como “agente” de Epstein e sugeriu que as autoridades concentrassem atenção nela. Maxwell foi condenada em 2021 a 20 anos de prisão por recrutar adolescentes para serem abusadas pelo bilionário. O documento indica também que Trump teria dito que já esteve próximo de Epstein enquanto ele estava acompanhado de jovens, mas que “saiu de lá o mais rápido possível”.</p>



<p>A Casa Branca reagiu com cautela às revelações. Questionada, a secretária de imprensa Karoline Leavitt afirmou que a ligação “pode ou não ter ocorrido” e reiterou que Trump sempre sustentou ter rompido relações com Epstein anos antes de sua primeira prisão. Um representante do Departamento de Justiça declarou não ter conhecimento de evidências que confirmem o contato telefônico. Ainda assim, a suposta conversa deve reacender questionamentos sobre o que Trump sabia à época das investigações iniciais, que culminaram no controverso acordo judicial de 2008, posteriormente alvo de críticas por ter concedido tratamento brando a Epstein.</p>
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		<title>Ghislaine Maxwell se cala diante do Congresso dos EUA e pede indulto para depor sobre caso Epstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Ghislaine Maxwell, condenada por atuar como cúmplice de Jeffrey Epstein, recusou-se nesta segunda-feira (9) a responder às perguntas de uma comissão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, invocando o direito constitucional de não produzir provas contra si. Segundo parlamentares, Ghislaine compareceu após meses de resistência a uma intimação, mas optou por permanecer em silêncio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ghislaine Maxwell, condenada por atuar como cúmplice de Jeffrey Epstein, recusou-se nesta segunda-feira (9) a responder às perguntas de uma comissão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, invocando o direito constitucional de não produzir provas contra si. Segundo parlamentares, Ghislaine compareceu após meses de resistência a uma intimação, mas optou por permanecer em silêncio durante o depoimento. A decisão já havia sido antecipada por sua equipe de defesa no domingo (8).</p>



<p>Os advogados da britânica informaram à comissão que ela estaria disposta a depor caso recebesse um indulto presidencial de Donald Trump. Maxwell cumpre atualmente pena de 20 anos de prisão por aliciar jovens, muitas delas menores de idade, para o esquema de exploração sexual liderado por Epstein, com quem manteve relacionamento desde a década de 1980 até pouco antes da morte do financista, em 2019. O caso voltou ao centro do debate público após o Departamento de Justiça divulgar recentemente milhões de documentos internos relacionados à investigação.</p>



<p>A recusa em responder às perguntas gerou reação de parlamentares democratas, que acusaram a Casa Branca de acobertamento e questionaram quem Maxwell estaria protegendo. O depoimento ocorreu em meio à pressão sobre o presidente do Comitê de Supervisão da Câmara, o republicano James Comey, que vinha sendo cobrado a aplicar o mesmo rigor adotado em intimações contra outras figuras públicas, como Bill Clinton e Hillary Clinton, ambos já convocados a prestar esclarecimentos ainda neste mês.</p>
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		<title>Bill Gates diz que se arrepende profundamente de contato com Jeffrey Epstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 16:19:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bill Gates]]></category>
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					<description><![CDATA[Melinda French Gates, ex-esposa de Bill Gates, afirmou que seu ex-marido precisa esclarecer as menções ao seu nome nos novos documentos da investigação sobre Jeffrey Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Em entrevista ao podcast Wild Card, da NPR, ela disse que a revelação de novos detalhes trouxe à tona lembranças dolorosas do [&#8230;]]]></description>
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<p>Melinda French Gates, ex-esposa de Bill Gates, afirmou que seu ex-marido precisa esclarecer as menções ao seu nome nos novos documentos da investigação sobre Jeffrey Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Em entrevista ao podcast Wild Card, da NPR, ela disse que a revelação de novos detalhes trouxe à tona lembranças dolorosas do período em que ainda era casada com o fundador da Microsoft. Para Melinda, eventuais dúvidas e acusações levantadas pelos arquivos devem ser respondidas diretamente por quem é citado. “Essas perguntas são para aquelas pessoas e para o meu ex-marido. Eles precisam responder por isso, não eu”, declarou, acrescentando que se sente aliviada por estar distante do que classificou como “toda aquela sujeira”.</p>



<p>Os documentos mencionam um e-mail atribuído a Epstein no qual o financista sugere que Gates teria mantido relações com mulheres russas enquanto ainda era casado e até contraído uma infecção sexualmente transmissível. Há ainda a acusação de que Melinda teria sido medicada sem consentimento para tratar uma IST. Um porta-voz de Bill Gates negou as afirmações, chamando-as de “absurdas e completamente falsas”. Ao comentar o impacto emocional das revelações, Melinda disse ter sentido uma “tristeza inacreditável”, mas destacou que conseguiu seguir em frente e reforçou a necessidade de justiça para as vítimas do esquema de abuso sexual comandado por Epstein.</p>



<p>Em resposta à repercussão, Bill Gates declarou publicamente que se arrepende profundamente de ter mantido contato com Jeffrey Epstein e classificou a relação como um erro. Em entrevista a um canal de TV australiano, o empresário disse ter sido “tolo” ao passar tempo com o financista, afirmando que cada encontro é motivo de arrependimento. Gates explicou que conheceu Epstein em 2011 e participou de alguns jantares acreditando que poderia angariar doações para projetos de saúde global, mas negou qualquer envolvimento além disso. Ele também afirmou nunca ter ido à ilha de Epstein nem conhecido mulheres ligadas ao esquema e disse não se incomodar com o escrutínio público, ressaltando que pessoas em posições de poder devem ser cobradas com rigor à medida que os documentos vêm a público.</p>
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		<title>Bill e Hillary Clinton concordam em depor em investigação sobre Jeffrey Epstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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<p>O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton e sua esposa Hillary Clinton decidiram comparecer voluntariamente ao Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes para prestar depoimento no âmbito da investigação sobre Jeffrey Epstein. A confirmação foi feita por um porta-voz do ex-presidente, que afirmou que o casal vê a ida ao Congresso como uma forma de estabelecer um precedente de cooperação que deveria valer para todos os envolvidos. A decisão marca uma mudança de postura após meses de embate público com parlamentares republicanos responsáveis pela condução do inquérito.</p>



<p>Até recentemente, os Clinton vinham acusando o presidente do comitê, o deputado James Comer, de promover uma perseguição política e de instrumentalizar um mecanismo raro do Congresso com o objetivo de constrangê-los. Essa resistência levou republicanos a iniciarem processos por desacato ao Congresso, medida que pode resultar em sanções legais, incluindo multa e até prisão. A reviravolta ocorreu poucos dias antes de uma votação decisiva sobre o tema, quando os advogados do casal comunicaram oficialmente ao comitê que eles estavam dispostos a depor, solicitando, em contrapartida, o cancelamento da votação.</p>



<p>O depoimento dos Clinton acontece em meio à ampliação do debate político em torno do caso Epstein, especialmente após a divulgação de milhões de páginas de documentos pelo governo federal. O movimento também reposiciona o foco da investigação, que vinha sendo pressionado a aprofundar possíveis vínculos de Epstein com o atual governo americano. A ida dos Clinton ao Congresso adiciona um novo capítulo a um dos casos mais sensíveis e politicamente explosivos da história recente dos Estados Unidos.</p>
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