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	<title>Jair Bolsonaro &#8211; Portal América</title>
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	<description>Notícias sobre os Estados Unidos</description>
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	<title>Jair Bolsonaro &#8211; Portal América</title>
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		<title>Mídia internacional destaca aprovação de projeto que pode encurtar prisão de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[A aprovação do chamado “PL da Dosimetria” pela Câmara dos Deputados gerou ampla repercussão na imprensa internacional, sobretudo por seu potencial de reduzir drasticamente a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a 27 anos de prisão por golpe de Estado. Segundo os veículos estrangeiros, a votação chamou atenção não apenas pelo impacto jurídico [&#8230;]]]></description>
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<p>A aprovação do chamado “PL da Dosimetria” pela Câmara dos Deputados gerou ampla repercussão na imprensa internacional, sobretudo por seu potencial de reduzir drasticamente a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a 27 anos de prisão por golpe de Estado. Segundo os veículos estrangeiros, a votação chamou atenção não apenas pelo impacto jurídico do projeto, mas também pelo clima de caos que tomou conta do plenário durante a sessão, marcada por tentativas de boicote, tensão entre deputados e a inclusão repentina da proposta na pauta. Agora, o texto segue para análise do Senado, onde deve ser votado ainda este ano, antes de ser enviado ao presidente Lula para sanção ou veto.</p>



<p>Jornais como Bloomberg dos Estados Unidos e El País Uruguai destacaram principalmente a diferença entre a pena atual e a que Bolsonaro poderia cumprir caso o PL seja aprovado integralmente. A imprensa uruguaia chamou atenção para a fala do relator Paulinho da Força, que estimou a redução da pena para cerca de dois anos e quatro meses, número que repercutiu amplamente fora do Brasil. Já a Bloomberg ressaltou a coincidência entre a aprovação do projeto e a recente pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, pontuando o possível impacto político da mudança na dosimetria das penas.</p>



<p>Outros veículos, como o suíço Swiss Info, o francês Le Parisien e o argentino Todo Noticias, concentraram-se no tumulto que marcou a sessão, mencionando desde ocupações irregulares da mesa diretora até a expulsão de parlamentares pela polícia legislativa. Esses jornais também observaram que o projeto foi pautado de surpresa, acirrando ainda mais os ânimos no Congresso. Embora celebrem a aprovação, setores da oposição seguem pressionando por uma anistia ampla a Bolsonaro, enquanto a imprensa internacional ressalta que a decisão final sobre as penas continuará nas mãos do Supremo Tribunal Federal.</p>
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		<title>Prisão de Jair Bolsonaro repercute no mundo e domina manchetes internacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[A cobertura internacional sobre o início do cumprimento da pena de 27 anos de prisão por Jair Bolsonaro ganhou destaque em alguns dos principais veículos de comunicação do mundo. Jornais como The New York Times, The Guardian e Le Monde colocaram o caso em posição de relevância, apontando que o ex-presidente brasileiro começou a cumprir a condenação em regime [&#8230;]]]></description>
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<p>A cobertura internacional sobre o início do cumprimento da pena de 27 anos de prisão por Jair Bolsonaro ganhou destaque em alguns dos principais veículos de comunicação do mundo. Jornais como The New York Times, The Guardian e Le Monde colocaram o caso em posição de relevância, apontando que o ex-presidente brasileiro começou a cumprir a condenação em regime fechado após ser considerado culpado por crimes ligados à tentativa de subverter o resultado das eleições de 2022. A imprensa estrangeira também enfatizou que sua defesa deve reforçar pedidos por regime domiciliar, alegando motivos de saúde.</p>



<p>Nos Estados Unidos, o New York Times descreveu a condenação como fruto de “vasta quantidade de provas” que demonstrariam a atuação de Bolsonaro e de aliados na tentativa de enfraquecer a confiança no sistema eleitoral brasileiro. O jornal comparou o caso ao de outros ex-presidentes brasileiros que enfrentaram processos criminais, como Lula e Fernando Collor. Já o The Guardian, no Reino Unido, destacou no título que Bolsonaro cumprirá pena por “conspirar um golpe” e mencionou detalhes sobre as condições de encarceramento, como a cela de 12m². O jornal conversou com apoiadores e críticos do ex-presidente e apontou análises de especialistas que afirmam que sua influência política teria diminuído.</p>



<p>Na Europa continental e na América Latina, o tom seguiu a mesma linha factual. O francês Le Monde apresentou uma cronologia completa dos fatos que levaram da investigação à prisão, incluindo a ordem de detenção preventiva após a tentativa de danificar a tornozeleira eletrônica. Já veículos como Clarín, na Argentina, e El Universal, no México, reproduziram informações da agência EFE, reforçando que a prisão só foi formalizada após o trânsito em julgado, quando não há mais possibilidade de recursos. A ampla repercussão mostra como a situação de Bolsonaro se tornou um tema de interesse global, marcado por forte atenção midiática e análises sobre seu impacto na política brasileira.</p>
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		<title>Estados Unidos criticam prisão de Bolsonaro e acusam Moraes de violar Estado de Direito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[A reação da embaixada dos Estados Unidos à prisão de Jair Bolsonaro intensificou ainda mais o clima político entre Brasília e Washington. A publicação divulgada no X de Christopher Landau, vice-secretário de Estado, trouxe críticas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pela decisão de decretar a prisão preventiva do ex-presidente. No texto, Landau acusa [&#8230;]]]></description>
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<p>A reação da embaixada dos Estados Unidos à prisão de Jair Bolsonaro intensificou ainda mais o clima político entre Brasília e Washington. A publicação divulgada no X de Christopher Landau, vice-secretário de Estado, trouxe críticas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pela decisão de decretar a prisão preventiva do ex-presidente. No texto, Landau acusa Moraes de violar direitos humanos, extrapolar limites institucionais e comprometer a credibilidade internacional do Supremo Tribunal Federal. A manifestação gerou forte repercussão, marcando uma rara intervenção pública de autoridades americanas em um processo judicial brasileiro, e foi rapidamente acolhida por aliados de Bolsonaro no país.</p>



<p>Eduardo Bolsonaro respondeu à declaração de Landau agradecendo o apoio e comparando a situação política brasileira aos regimes da Nicarágua e Venezuela, reforçando a narrativa de perseguição e arbitrariedade. O deputado afirmou que não há mais expectativa de justiça dentro das instituições brasileiras, alegando que elas teriam sido “consumidas pelo vírus da censura”. O tema também chamou atenção de Donald Trump, que, ao ser questionado por jornalistas em frente à Casa Branca, classificou como “uma pena” a prisão de Bolsonaro, reforçando a linha crítica adotada por membros do governo americano.</p>



<p>A prisão preventiva foi decretada após a constatação de que Bolsonaro tentou violar sua tornozeleira eletrônica utilizando um ferro de solda, o que, segundo Moraes, indicava clara intenção de fuga. A decisão se baseou em evidências apresentadas pela Secretaria de Administração Penitenciária e pelo Centro de Monitoração Integrada, que registraram avarias significativas no equipamento. O ministro destacou ainda que manifestações convocadas por aliados, como a vigília organizada por Flávio Bolsonaro, poderiam facilitar uma fuga, especialmente considerando a proximidade da residência do ex-presidente com áreas diplomáticas. O ministro também relembrou precedentes de aliados que deixaram o país para tentar evitar ações judiciais, justificando a necessidade da medida preventiva.</p>
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		<title>Trump lamenta prisão de Bolsonaro e diz que situação é “uma pena”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 20:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump classificou como “uma pena” a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, ocorrida neste sábado (22). Questionado por jornalistas, o republicano demonstrou surpresa ao ser informado da detenção, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Bolsonaro foi levado para a sede da Polícia Federal em Brasília após a Procuradoria-Geral da [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump classificou como “uma pena” a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, ocorrida neste sábado (22). Questionado por jornalistas, o republicano demonstrou surpresa ao ser informado da detenção, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Bolsonaro foi levado para a sede da Polícia Federal em Brasília após a Procuradoria-Geral da República concordar com a prisão. A decisão apontou riscos à ordem pública e indícios de que o ex-presidente articulava uma fuga, o que teria sido reforçado pela violação de sua tornozeleira eletrônica durante a madrugada.</p>



<p>Segundo o despacho de Moraes, a tornozeleira apresentou sinais evidentes de tentativa de rompimento, com marcas de queimadura e danos estruturais. Bolsonaro admitiu ter usado um ferro de solda para tentar abrir o equipamento, afirmando ter começado a mexer nele ainda na tarde de sexta-feira. O ministro também destacou que uma vigília convocada por Flávio Bolsonaro em frente à residência do pai poderia facilitar uma eventual fuga, além de repetir estratégias atribuídas à organização criminosa da qual Bolsonaro é acusado de fazer parte. Outro ponto levantado por Moraes foi a proximidade da casa do ex-presidente com o Setor de Embaixadas, incluindo a embaixada dos EUA, o que poderia viabilizar um pedido de asilo semelhante ao plano de fuga para a embaixada da Argentina identificado pela Polícia Federal.</p>



<p>A repercussão da prisão de Bolsonaro reacende a relação política entre o ex-presidente brasileiro e Donald Trump, que já havia se posicionado diversas vezes contra o processo judicial no Brasil. Em publicações anteriores, Trump classificou o julgamento como “caça às bruxas” e chegou a citar o caso de Bolsonaro no decreto que instituiu tarifas sobre produtos brasileiros, afirmando que o ex-presidente era alvo de violações de direitos humanos. Entretanto, nos últimos meses, o republicano havia diminuído os comentários públicos sobre o assunto, enquanto seu governo reavaliava medidas tarifárias contra o Brasil. A detenção de Bolsonaro, somada ao histórico de declarações de Trump, coloca novamente o tema no centro das atenções diplomáticas entre Brasília e Washington.</p>
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		<title>Secretário de Estado dos EUA critica decisão do STF e anuncia resposta nos próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, declarou nesta segunda-feira que Washington deve anunciar em breve novas medidas em resposta à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, a decisão da Corte brasileira representa uma perseguição política contra Bolsonaro e atinge, inclusive, cidadãos americanos. Embora não tenha detalhado [&#8230;]]]></description>
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<p>O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, declarou nesta segunda-feira que Washington deve anunciar em breve novas medidas em resposta à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, a decisão da Corte brasileira representa uma perseguição política contra Bolsonaro e atinge, inclusive, cidadãos americanos. Embora não tenha detalhado quais ações serão adotadas, Rubio garantiu que os EUA darão uma resposta &#8220;nos próximos dias&#8221;.</p>



<p>A condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão, junto a outros sete aliados, por tentativa de golpe de Estado e crimes relacionados, provocou forte reação do governo americano. Além de Rubio, o presidente Donald Trump classificou o julgamento como “terrível” e afirmou estar “muito insatisfeito” com a decisão. Trump também comparou o caso ao que chamou de perseguições judiciais que ele próprio enfrenta nos Estados Unidos, reforçando seu apoio pessoal ao ex-presidente brasileiro.</p>



<p>O caso se soma a um cenário de tensões crescentes entre Brasília e Washington. Nos últimos meses, os EUA já haviam imposto tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, revogado vistos de ministros do STF e aplicado sanções financeiras contra Alexandre de Moraes. Agora, com a condenação confirmada, o governo Trump sinaliza que poderá ampliar essas medidas. Para analistas internacionais, o episódio representa o ponto mais delicado nas relações entre os dois países em décadas, com impacto direto no comércio, na diplomacia e no cenário político regional.</p>
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		<title>EUA prometem resposta após STF condenar Jair Bolsonaro por tentativa de golpe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump afirmou estar surpreso com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão da Primeira Turma do STF atingiu também outros sete réus, todos acusados de envolvimento em tentativa de golpe de Estado. A sentença definitiva será anunciada nesta sexta-feira. Trump, ao comentar o caso antes de [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump afirmou estar surpreso com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão da Primeira Turma do STF atingiu também outros sete réus, todos acusados de envolvimento em tentativa de golpe de Estado. A sentença definitiva será anunciada nesta sexta-feira. Trump, ao comentar o caso antes de embarcar para Nova York, comparou a situação de Bolsonaro a processos judiciais que ele próprio enfrentou, alegando que se tratam de perseguições políticas semelhantes. Segundo Trump, Bolsonaro foi “um bom presidente do Brasil” e “um bom homem”.</p>



<p>A repercussão nos Estados Unidos foi imediata. O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou em uma rede social que Washington “responderá de forma adequada” ao que classificou como uma “caça às bruxas” conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes e outros integrantes do STF. Rubio afirmou que a decisão de prender Bolsonaro é injusta e reforçou críticas já feitas pelo governo Trump contra a Justiça brasileira. Esse posicionamento se soma a medidas anteriores: em julho, o presidente americano havia anunciado tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, além de abrir uma investigação comercial, em parte como resposta ao que chamou de perseguição contra Bolsonaro.</p>



<p>A Primeira Turma do STF considerou o ex-presidente culpado por crimes como tentativa de golpe, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa e dano ao patrimônio público. Entre os condenados estão militares e ex-ministros de confiança de Bolsonaro, como Braga Netto, Anderson Torres e Augusto Heleno. Apesar da reação norte-americana, o Itamaraty divulgou uma nota condenando o uso de sanções econômicas ou ameaças militares contra a democracia brasileira. O tribunal ainda precisa definir as penas que cada condenado deverá cumprir, em um julgamento que segue cercado de tensões políticas tanto no Brasil quanto no cenário internacional.</p>
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		<title>Trump critica tarifas do Brasil e defende Bolsonaro em coletiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 14:38:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump declarou nesta quinta-feira que o ex-presidente Jair Bolsonaro é alvo de uma “execução política” no Brasil. A fala ocorreu durante entrevista coletiva na Casa Branca, na qual Trump afirmou que Bolsonaro é um “homem honesto” e que o processo judicial contra ele teria motivação política. O comentário foi feito em meio [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump declarou nesta quinta-feira que o ex-presidente Jair Bolsonaro é alvo de uma “execução política” no Brasil. A fala ocorreu durante entrevista coletiva na Casa Branca, na qual Trump afirmou que Bolsonaro é um “homem honesto” e que o processo judicial contra ele teria motivação política. O comentário foi feito em meio ao agravamento das tensões diplomáticas entre Washington e Brasília.</p>



<p>Trump também criticou a relação comercial entre os dois países, mencionando tarifas brasileiras que considera excessivas para produtos norte-americanos. Segundo ele, o Brasil “não tem sido um parceiro justo” nas negociações econômicas e isso poderá levar a uma revisão de acordos e até a imposição de medidas retaliatórias por parte dos Estados Unidos.</p>



<p>As declarações do presidente norte-americano acontecem enquanto Bolsonaro enfrenta acusações na Justiça brasileira relacionadas a suposta tentativa de interferência no processo eleitoral. O caso tem gerado repercussão internacional e dividido opiniões no cenário político global, sendo citado por Trump como exemplo de perseguição judicial contra aliados políticos.</p>
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		<title>Novo comunicado dos Estados Unidos acusa Moraes de liderar perseguição contra Bolsonaro</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicou um novo comunicado com críticas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No texto, Moraes é chamado de “principal arquiteto da censura e perseguição contra Bolsonaro e seus apoiadores”. A nota ainda afirma que suas ações configuram “flagrantes violações de direitos humanos” e [&#8230;]]]></description>
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<p>A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicou um novo comunicado com críticas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No texto, Moraes é chamado de “principal arquiteto da censura e perseguição contra Bolsonaro e seus apoiadores”. A nota ainda afirma que suas ações configuram “flagrantes violações de direitos humanos” e que, por isso, ele foi alvo de sanções impostas pelos Estados Unidos sob a Lei Magnitsky, conforme autorizado pelo presidente Donald Trump. O comunicado também alerta aliados de Moraes no Judiciário e em outras esferas do governo brasileiro para não apoiarem ou facilitarem sua conduta. Segundo a embaixada, Washington está monitorando a situação “de perto”.</p>



<p>Essa não é a primeira vez que os Estados Unidos se manifestam contra a atuação de Moraes. No mês passado, um primeiro comunicado também demonstrou preocupação com o que chamou de “abuso de autoridade” e “ameaças à liberdade política no Brasil”, destacando a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro como um exemplo. A nota causou forte reação em Brasília e aumentou a tensão diplomática entre os dois países, especialmente diante das críticas vindas diretamente da Casa Branca. A relação entre os governos de Trump e Lula já era marcada por desconfiança, e a figura de Alexandre de Moraes tornou-se um dos principais pontos de atrito.</p>



<p>Alexandre de Moraes tem sido o principal responsável por investigações ligadas aos atos de 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram as sedes dos Três Poderes em Brasília. Desde então, ele lidera decisões que envolvem prisões, bloqueios de redes sociais e inquéritos contra apoiadores de Bolsonaro. O governo Trump vê essas medidas como perseguição política e um risco à democracia. Já as autoridades brasileiras afirmam que as ações de Moraes têm base legal e são necessárias para proteger o Estado de Direito. A postura firme da Embaixada dos EUA aumenta a pressão sobre o STF e coloca o Judiciário brasileiro sob os olhos da comunidade internacional.</p>
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		<title>Começam hoje as tarifas de 50% dos Estados Unidos sobre exportações brasileiras</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entraram em vigor nesta quarta-feira as novas tarifas de 50% sobre uma ampla gama de produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos. A medida foi anunciada pelo presidente Donald Trump no mês passado e concretizada por ordem executiva. O governo americano justificou as tarifas como uma resposta a uma suposta perseguição política contra o ex-presidente [&#8230;]]]></description>
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<p>Entraram em vigor nesta quarta-feira as novas tarifas de 50% sobre uma ampla gama de produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos. A medida foi anunciada pelo presidente Donald Trump no mês passado e concretizada por ordem executiva. O governo americano justificou as tarifas como uma resposta a uma suposta perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, enquadrando a ação como parte de uma &#8220;emergência nacional&#8221; com impacto na segurança econômica dos EUA. A decisão marca um momento de tensão nas relações comerciais entre os dois países, que há décadas mantêm uma parceria estratégica.</p>



<p>Embora a alíquota anunciada seja de 50%, cerca de 700 produtos brasileiros foram excluídos da taxação. Entre os setores poupados estão os de aeronaves, energia e sucos, o que deve suavizar o impacto direto sobre a balança comercial. Ainda assim, parte expressiva das exportações brasileiras, incluindo café, carne e aço, será afetada. Especialistas indicam que essa movimentação poderá desviar parte do comércio para outros mercados, como China e União Europeia, e causar ajustes nos preços e na logística global das commodities brasileiras.</p>



<p>O governo brasileiro, por meio do Ministério da Fazenda e do Itamaraty, respondeu com cautela. O presidente Lula afirmou que o Brasil está preparado para enfrentar os impactos econômicos e que não cederá a pressões políticas externas. A administração federal acionou a Organização Mundial do Comércio (OMC) e iniciou consultas diplomáticas com outros países afetados por medidas similares. Economistas projetam impacto moderado na economia brasileira: segundo o Goldman Sachs, o crescimento do PIB deve seguir em 2,3% neste ano, e a XP estimou uma perda de apenas 0,15 ponto percentual. O Banco Central brasileiro também indicou que manterá o foco em conter pressões inflacionárias, reforçando o compromisso com metas fiscais e estabilidade macroeconômica.</p>
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		<title>Casa Branca critica STF e promete responsabilizar aliados da decisão contra Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos, por meio do Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado, criticou duramente o ministro Alexandre de Moraes após a decisão que impôs prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em publicação oficial na rede X, a gestão de Donald Trump classificou Moraes como &#8220;violador de direitos humanos&#8221; e [&#8230;]]]></description>
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<p>O governo dos Estados Unidos, por meio do Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado, criticou duramente o ministro Alexandre de Moraes após a decisão que impôs prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em publicação oficial na rede X, a gestão de Donald Trump classificou Moraes como &#8220;violador de direitos humanos&#8221; e acusou o magistrado de usar as instituições brasileiras para “silenciar a oposição e ameaçar a democracia”. O comunicado também afirmou que os EUA responsabilizarão qualquer autoridade que colabore com o que chamaram de “condutas sancionadas”, exigindo ainda que Bolsonaro tenha liberdade para se manifestar publicamente.</p>



<p>A reação norte-americana veio na esteira das sanções impostas a Moraes com base na Lei Magnitsky, que permite aos EUA punir estrangeiros envolvidos em graves violações de direitos humanos. Moraes teve seus bens bloqueados nos Estados Unidos, teve o visto revogado e passou a ser alvo de restrições comerciais. A legislação também proíbe que empresas ou cidadãos norte-americanos mantenham relações com ele, sob risco de punições severas, o que especialistas chamam de “pena de morte financeira”.</p>



<p>A prisão domiciliar de Bolsonaro foi determinada após Moraes considerar que o ex-presidente desrespeitou medidas cautelares anteriormente impostas, incluindo a proibição de uso de redes sociais. Segundo o STF, Bolsonaro teria utilizado as contas de terceiros, incluindo seu filho Flávio Bolsonaro, para divulgar conteúdos com ataques ao Supremo e apoio à intervenção estrangeira. A defesa de Bolsonaro, no entanto, contesta as acusações e afirma que o ex-presidente tem cumprido rigorosamente todas as determinações judiciais.</p>
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