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	<title>Departamento de Justiça &#8211; Portal América</title>
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	<description>Notícias sobre os Estados Unidos</description>
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		<title>Documentos do FBI citam “grande grupo brasileiro” em investigação sobre Epstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 16:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelam a menção a um “grande grupo brasileiro” em um depoimento prestado ao FBI no âmbito das investigações sobre o bilionário Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais e morto em 2019. Os arquivos tornados públicos na sexta-feira (19), por determinação do Congresso americano, reúnem dezenas de [&#8230;]]]></description>
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<p>Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelam a menção a um “grande grupo brasileiro” em um depoimento prestado ao FBI no âmbito das investigações sobre o bilionário Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais e morto em 2019. Os arquivos tornados públicos na sexta-feira (19), por determinação do Congresso americano, reúnem dezenas de milhares de registros relacionados a apurações de abuso sexual e tráfico de mulheres e meninas. A referência ao Brasil aparece em anotações manuscritas baseadas em uma entrevista do FBI realizada em 2 de maio de 2019, cujo conteúdo está parcialmente coberto por tarjas que impedem a identificação de pessoas e o entendimento completo do contexto.</p>



<p>Segundo os registros, o depoimento descreve possíveis vítimas que teriam sido levadas para encontros sexuais organizados por Epstein, incluindo menores de idade. Em um dos trechos, consta a anotação “Amigos de amigos [tarja]. Grande grupo brasileiro”. O mesmo documento menciona critérios atribuídos a Epstein na escolha das meninas, com referências a características físicas e à preferência por jovens com menos de 18 anos. Há também citações a uma mulher descrita como modelo, que “teria acabado de vir do Brasil”, além de menções a fotos relacionadas a uma “festa brasileira” e a um “desfile brasileiro”, embora as tarjas impeçam a identificação dos envolvidos ou dos locais.</p>



<p>Os arquivos divulgados fazem parte de um conjunto mais amplo de materiais reunidos por autoridades americanas ao longo de anos, incluindo documentos, fotos e vídeos. Reportagens anteriores já haviam apontado a atuação do ex-agente de modelos francês Jean-Luc Brunel, parceiro de Epstein, que teria buscado modelos no Brasil em 2019. Brunel, que negava as acusações contra ele, morreu na prisão na França em 2022 enquanto respondia a processos por crimes sexuais. Questionado sobre possíveis investigações envolvendo brasileiros citados nos documentos, o governo brasileiro informou que não comenta apurações em andamento, enquanto representantes de agências de modelos mencionadas afirmam não ter mantido vínculos com Epstein ou Brunel além de contatos pontuais.</p>
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		<title>Departamento de Justiça vai liberar arquivos da investigação de Epstein em até 30 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Jeffrey Epstein]]></category>
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					<description><![CDATA[O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira que divulgará os arquivos de sua investigação sobre Jeffrey Epstein em até 30 dias, atendendo a uma lei aprovada pelo Congresso. A procuradora-geral Pam Bondi confirmou a medida durante coletiva de imprensa, destacando o compromisso da administração com a transparência prometida pelo presidente Donald Trump [&#8230;]]]></description>
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<p>O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira que divulgará os arquivos de sua investigação sobre Jeffrey Epstein em até 30 dias, atendendo a uma lei aprovada pelo Congresso. A procuradora-geral Pam Bondi confirmou a medida durante coletiva de imprensa, destacando o compromisso da administração com a transparência prometida pelo presidente Donald Trump desde a campanha eleitoral de 2024. &#8220;Continuaremos a cumprir a lei e a incentivar a máxima transparência&#8221;, afirmou Bondi, ao enfatizar que a liberação ocorrerá conforme exigido pelo projeto de lei, aprovado por ampla maioria na Câmara e no Senado.</p>



<p>A legislação, sancionada rapidamente após a aprovação congressional, obriga o governo a tornar públicos todos os documentos da investigação, incluindo detalhes sobre a morte de Epstein na prisão em 2019. Durante sua campanha, Trump repetiu promessas de revelar arquivos secretos sobre o caso, chamando de &#8220;muito estranho&#8221; a não divulgação prévia de listas de associados. Na semana passada, o presidente instruiu Bondi a iniciar uma revisão aprofundada dos materiais, resultando na nomeação de um procurador especial para examinar possíveis ligações com figuras públicas. A Casa Branca espera que Trump assine o texto ainda hoje, acelerando o processo e alinhando-se à diretriz executiva para a divulgação.</p>



<p>O caso Epstein, que envolve acusações de abuso sexual de mais de 250 meninas menores de idade na década de 2000, ganhou novo impulso com a ação legislativa. Epstein, preso em julho de 2019 e conhecido por sua rede de contatos com políticos e celebridades, morreu um mês depois em sua cela, em circunstâncias investigadas pelo Departamento de Justiça. Bondi esclareceu que a liberação protegerá a identidade das vítimas e reterá apenas dados que possam comprometer investigações em curso, ordenadas por Trump para apurar associações com ex-funcionários democratas.</p>
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		<title>Departamento de Justiça investiga UnitedHealth por suposta fraude em cobranças médicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 14:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE E BEM-ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[UnitedHealth]]></category>
		<category><![CDATA[UnitedHealthcare]]></category>
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					<description><![CDATA[A UnitedHealth Group confirmou que está sob investigação criminal e civil conduzida pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ), envolvendo sua participação no programa Medicare Advantage. Em comunicado oficial, a empresa afirmou ter contactado proativamente o DOJ após reportagens detalharem práticas de codificação de diagnósticos com objetivo de obter pagamentos mais altos, e relatou que já iniciou a cooperação com solicitações [&#8230;]]]></description>
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<p>A UnitedHealth Group confirmou que está sob investigação criminal e civil conduzida pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ), envolvendo sua participação no programa Medicare Advantage. Em comunicado oficial, a empresa afirmou ter contactado proativamente o DOJ após reportagens detalharem práticas de codificação de diagnósticos com objetivo de obter pagamentos mais altos, e relatou que já iniciou a cooperação com solicitações formais da autoridade federal.</p>



<p>As apurações giram em torno de alegações de que a UnitedHealth teria pressionado médicos e enfermeiros a registrar diagnósticos específicos como diabetes, hipertensão periférica ou hiperaldosteronismo secundário mesmo sem confirmação clínica ou tratamento correspondente, para inflar os valores recebidos via Medicare Advantage. Estima-se que entre 2019 e 2021, os diagnósticos adicionados sem evidência médica tenham gerado US$ 8,7 bilhões adicionais à empresa, cerca de metade do lucro líquido anual naqueles anos. Essas práticas envolvem visitas domiciliares conduzidas pela unidade HouseCalls, que usaria software para sugerir diagnósticos rentáveis, e bonificações estariam atreladas à codificação de riscos.</p>



<p>Em resposta à pressão crescente, a companhia garantiu confiança em seus processos, destacando que auditorias do CMS (Centros de Medicare e Medicaid) teriam validado a conformidade operacional e que um processo judicial civil concluído há uma década não encontrou evidências de má conduta. Foram anunciadas auditorias independentes para revisar rotinas de codificação, práticas de gestão assistencial e serviços de farmácia. Entretanto, os impactos financeiros já são visíveis: no ano, as ações caíram até 55 %, e a empresa passou a ser o pior desempenho entre as ações do Dow Jones, refletindo preocupações sobre cobranças abusivas e governança interna.</p>
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