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	<title>China &#8211; Portal América</title>
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	<description>Notícias sobre os Estados Unidos</description>
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	<title>China &#8211; Portal América</title>
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		<title>Prefeita na Califórnia renuncia após admitir atuar como agente da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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					<description><![CDATA[A prefeita da cidade de Arcadia, na região metropolitana de Los Angeles, renunciou ao cargo após admitir perante autoridades federais dos Estados Unidos que atuou como agente do governo da China. Eileen Wang, de 58 anos, aceitou um acordo judicial no qual concorda em se declarar culpada por disseminar propaganda favorável ao governo chinês entre [&#8230;]]]></description>
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<p>A prefeita da cidade de Arcadia, na região metropolitana de Los Angeles, renunciou ao cargo após admitir perante autoridades federais dos Estados Unidos que atuou como agente do governo da China. Eileen Wang, de 58 anos, aceitou um acordo judicial no qual concorda em se declarar culpada por disseminar propaganda favorável ao governo chinês entre 2020 e 2022. A renúncia ocorreu poucas horas depois de o caso se tornar público. Arcadia possui cerca de 53 mil habitantes e uma grande comunidade sino-americana.</p>



<p>Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Wang teria operado um site chamado “U.S. News Center”, apresentado como veículo de notícias locais voltado à comunidade chinesa da região, mas que, de acordo com os promotores, funcionava como instrumento de propaganda do governo de Pequim. A investigação afirma que ela recebia orientações diretas de autoridades chinesas para publicar conteúdos pró-China, incluindo textos que contestavam denúncias de violações de direitos humanos contra os uigures na região de Xinjiang. O caso prevê pena de até dez anos de prisão federal, e a Justiça norte-americana fixou fiança de US$ 25 mil.</p>



<p>As autoridades federais também apontam que Wang mantinha relação próxima com outros investigados ligados ao governo chinês, incluindo Yaoning “Mike” Sun, que foi condenado neste ano por atuar ilegalmente como agente estrangeiro nos Estados Unidos. O processo ainda menciona contatos com Xi Jinping por meio de integrantes do aparato político chinês. Em comunicado, a prefeitura de Arcadia afirmou que nenhum recurso público ou funcionário municipal esteve envolvido nas atividades investigadas, destacando que as acusações dizem respeito a ações pessoais anteriores à posse oficial de Wang como prefeita.</p>
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		<title>China alerta que uso militar de IA pelos EUA pode levar a cenário de “Exterminador do Futuro”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 20:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[AI - Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[A China alertou nesta quarta-feira (11) que o uso excessivo de inteligência artificial em operações militares pode gerar riscos graves para a segurança global. A advertência foi feita em meio a um debate nos Estados Unidos sobre a aplicação da tecnologia nas Forças Armadas. Autoridades chinesas afirmaram que a militarização da inteligência artificial pode levar [&#8230;]]]></description>
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<p>A China alertou nesta quarta-feira (11) que o uso excessivo de inteligência artificial em operações militares pode gerar riscos graves para a segurança global. A advertência foi feita em meio a um debate nos Estados Unidos sobre a aplicação da tecnologia nas Forças Armadas. Autoridades chinesas afirmaram que a militarização da inteligência artificial pode levar a cenários semelhantes ao retratado no filme O Exterminador do Futuro, no qual máquinas controladas por sistemas avançados assumem controle e entram em conflito com humanos.</p>



<p>A discussão ocorre enquanto o governo do presidente Donald Trump enfrenta um impasse com a startup de inteligência artificial Anthropic. A empresa se recusa a permitir o uso irrestrito de sua tecnologia pelas Forças Armadas norte-americanas, enquanto autoridades do governo defendem ampliar o acesso a ferramentas de IA para aplicações militares, incluindo vigilância em larga escala e sistemas automatizados de ataque. Reportagens da imprensa internacional também indicam que modelos desenvolvidos pela empresa teriam sido utilizados na preparação da ofensiva conjunta de Estados Unidos e Israel contra o Irã.</p>



<p>Em comunicado, o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Jiang Bin, afirmou que permitir que algoritmos participem de decisões militares pode enfraquecer princípios éticos e aumentar o risco de perda de controle sobre tecnologias avançadas. Segundo ele, a militarização acelerada da inteligência artificial e seu uso em conflitos internacionais podem gerar consequências imprevisíveis. Na semana passada, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos incluiu a Anthropic em uma lista de empresas consideradas de risco para a segurança nacional, medida que determina a suspensão do uso de seus sistemas por fornecedores ligados ao Pentágono.</p>
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		<title>Congresso dos EUA diz que bases espaciais ligadas à China no Brasil podem ter uso militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório divulgado por uma comissão do Congresso dos Estados Unidos nesta semana acusa a China de manter uma rede de instalações espaciais na América Latina que poderia ter uso militar estratégico. O documento aponta duas estruturas localizadas no Brasil como parte desse sistema: uma estação terrestre de satélites na Bahia e um laboratório de [&#8230;]]]></description>
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<p>Um relatório divulgado por uma comissão do Congresso dos Estados Unidos nesta semana acusa a China de manter uma rede de instalações espaciais na América Latina que poderia ter uso militar estratégico. O documento aponta duas estruturas localizadas no Brasil como parte desse sistema: uma estação terrestre de satélites na Bahia e um laboratório de radioastronomia na Paraíba. Segundo os parlamentares americanos, esses projetos, oficialmente apresentados como iniciativas científicas ou tecnológicas, poderiam integrar uma infraestrutura mais ampla de monitoramento espacial operada por Pequim.</p>



<p>O relatório foi produzido pela Comissão Seleta da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos sobre Competição Estratégica entre os Estados Unidos e o Partido Comunista Chinês, criada em 2023 para avaliar a disputa geopolítica entre Washington e Pequim. O documento expressa preocupação com o avanço da influência chinesa na região e afirma que algumas dessas instalações podem ter caráter de “dupla utilização”, servindo tanto para pesquisa científica quanto para operações militares ou de inteligência. Os deputados citam especificamente a estação terrestre de Tucano, na Bahia, fruto de um acordo firmado em 2020 entre a empresa brasileira Alya Nanossatélites e a companhia chinesa Beijing Tianlian Space Technology, que prevê serviços de comunicação entre satélites e a Terra.</p>



<p>Além da instalação na Bahia, o relatório menciona um projeto de radiotelescópio na Serra do Urubu, no sertão da Paraíba, desenvolvido em parceria internacional. Embora equipamentos desse tipo sejam tradicionalmente utilizados para estudar fenômenos do universo por meio da captação de ondas eletromagnéticas vindas do espaço, os parlamentares americanos afirmam que a tecnologia também poderia detectar sinais emitidos por satélites e equipamentos militares. O documento recomenda que o governo liderado por Donald Trump adote medidas para limitar a expansão da infraestrutura espacial chinesa no hemisfério ocidental e intensifique a cooperação com países da região para ampliar a transparência e a supervisão dessas instalações.</p>
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		<title>Rússia e China fazem testes nucleares secretos, afirma Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump reacendeu o debate sobre a corrida armamentista global ao afirmar que Rússia e China estariam realizando testes nucleares subterrâneos secretos. Segundo ele, essas atividades justificariam uma retomada dos testes nucleares americanos, suspensos há mais de 30 anos. Durante entrevista à emissora CBS, Trump argumentou que as duas potências rivais “fazem testes [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump reacendeu o debate sobre a corrida armamentista global ao afirmar que Rússia e China estariam realizando testes nucleares subterrâneos secretos. Segundo ele, essas atividades justificariam uma retomada dos testes nucleares americanos, suspensos há mais de 30 anos. Durante entrevista à emissora CBS, Trump argumentou que as duas potências rivais “fazem testes em locais profundos, onde ninguém sabe o que acontece”, e defendeu que os EUA não podem ser “o único país que não realiza testes”. As declarações ocorrem em meio ao aumento das tensões internacionais, especialmente após a guerra na Ucrânia e o avanço tecnológico chinês no campo militar.</p>



<p>As acusações de Trump provocaram reações imediatas. Pequim negou categoricamente as alegações, afirmando que a China mantém uma política de defesa pacífica e cumpre seu compromisso de não ser a primeira a usar armas nucleares. Moscou, por outro lado, optou pelo silêncio, não emitindo resposta oficial até o momento. Apesar das críticas internacionais, incluindo a ONU e a Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBTO), o governo americano insiste que está apenas se preparando para garantir sua segurança nacional diante do que considera violações de tratados por parte de seus adversários.</p>



<p>Trump defende que os Estados Unidos precisam “testar como outros países testam”, incluindo, segundo ele, nações como Coreia do Norte e Paquistão. O anúncio de retomada de testes ocorre após a Rússia divulgar novos mísseis e drones de propulsão nuclear, o que intensificou a sensação de competição estratégica. Autoridades do governo americano, no entanto, afirmam que os primeiros testes planejados seriam “não críticos”, sem explosões nucleares reais, focando apenas na verificação dos sistemas e componentes das armas.</p>
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		<title>Estados Unidos voltam a testar armas nucleares pela primeira vez desde 1992</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump anunciou que ordenou o Departamento de Guerra a retomar os testes de armas nucleares do país, algo que não acontece desde 1992. A decisão, segundo ele, foi motivada pelo avanço dos programas nucleares de outras potências, como Rússia e China. Trump afirmou que os EUA possuem o maior e mais moderno [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump anunciou que ordenou o Departamento de Guerra a retomar os testes de armas nucleares do país, algo que não acontece desde 1992. A decisão, segundo ele, foi motivada pelo avanço dos programas nucleares de outras potências, como Rússia e China. Trump afirmou que os EUA possuem o maior e mais moderno arsenal nuclear do mundo, resultado de atualizações realizadas em seu primeiro mandato. Apesar de declarar que “odiou fazer isso”, o presidente disse não ter tido escolha diante da escalada internacional.</p>



<p>O anúncio provocou reações imediatas de Moscou e Pequim. A China fez um apelo para que Washington não realize testes nucleares, enquanto a Rússia afirmou que fará o mesmo caso os americanos avancem com a medida. O discurso de Trump veio poucos dias depois de o presidente russo, Vladimir Putin, divulgar o sucesso de um teste do super torpedo nuclear Poseidon, uma arma capaz de gerar ondas radioativas no oceano e tornar cidades costeiras inabitáveis. O Kremlin também testou recentemente o míssil nuclear Burevestnik, descrito por Putin como “invencível”.</p>



<p>Autoridades americanas apontam que a China tem expandido rapidamente seu arsenal nuclear, dobrando seu número de ogivas desde 2020 e podendo ultrapassar mil unidades até 2030. Especialistas alertam que a decisão dos EUA pode agravar a tensão entre as potências e desencadear uma nova corrida armamentista global. Além do impacto estratégico, testes nucleares oferecem dados sobre o desempenho e a confiabilidade das armas, mas também enviam um sinal político de força, especialmente num momento de crescente rivalidade entre Washington, Moscou e Pequim.</p>
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		<title>EUA ameaçam encerrar negócios com a China em nova escalada comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[As recentes declarações de Donald Trump ampliaram as tensões comerciais entre Estados Unidos e China. O presidente norte-americano afirmou que considera encerrar negócios “relacionados a óleo de cozinha e outros elementos de comércio” com o país asiático. A ameaça surge como retaliação à decisão chinesa de suspender a compra de soja americana em maio, medida [&#8230;]]]></description>
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<p>As recentes declarações de Donald Trump ampliaram as tensões comerciais entre Estados Unidos e China. O presidente norte-americano afirmou que considera encerrar negócios “relacionados a óleo de cozinha e outros elementos de comércio” com o país asiático. A ameaça surge como retaliação à decisão chinesa de suspender a compra de soja americana em maio, medida que afetou diretamente os produtores rurais dos EUA. Trump classificou a atitude de Pequim como “um ato economicamente hostil” e afirmou que os Estados Unidos podem substituir as importações chinesas com produção interna.</p>



<p>A troca de acusações entre as duas potências vem se intensificando nas últimas semanas. A China reagiu duramente às novas tarifas de 100% impostas por Washington sobre produtos chineses, chamando as medidas de “hipócritas” e “agressivas”. O governo chinês também anunciou controles sobre a exportação de elementos ligados às terras raras, insumos essenciais para a indústria tecnológica, o que foi considerado por Trump como uma resposta “muito hostil”. O impasse comercial tem gerado incertezas nos mercados globais, impactando bolsas, commodities e o comércio internacional.</p>



<p>Em comunicado, o Ministério do Comércio chinês afirmou que não busca uma guerra tarifária, mas não hesitará em agir para defender seus interesses. A escalada de medidas e contra-medidas, no entanto, indica que a relação entre os dois países está entrando em uma nova fase de confronto econômico. Analistas apontam que, se as sanções e restrições continuarem a se expandir, o impacto poderá se estender a setores estratégicos como agricultura, tecnologia e energia, agravando ainda mais o cenário geopolítico e financeiro global.</p>
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		<title>Trump assina ordem executiva que obriga venda do TikTok nos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que determina a venda do TikTok no país, sob o argumento de que a rede social chinesa representa um risco à segurança nacional. Segundo o decreto, a operação do aplicativo ficará sob responsabilidade de uma nova empresa com sede nos EUA, que deverá concluir a transição até [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que determina a venda do TikTok no país, sob o argumento de que a rede social chinesa representa um risco à segurança nacional. Segundo o decreto, a operação do aplicativo ficará sob responsabilidade de uma nova empresa com sede nos EUA, que deverá concluir a transição até 16 de dezembro. A companhia não poderá ter mais de 20% de participação estrangeira e ficará encarregada de controlar algoritmos, código e decisões de moderação, além de armazenar os dados de usuários em servidores administrados por empresas americanas.</p>



<p>De acordo com a Casa Branca, a medida foi discutida e aprovada pelo presidente da China, Xi Jinping, em conversa direta com Trump. Apesar disso, tanto a embaixada chinesa em Washington quanto a ByteDance, controladora do TikTok, ainda não se manifestaram oficialmente. A ordem também prevê que parceiros “confiáveis” dos EUA monitorem atualizações de software e fluxos de dados, com o objetivo de evitar que informações de cidadãos americanos sejam acessadas por adversários estrangeiros.</p>



<p>O TikTok nos Estados Unidos, com cerca de 170 milhões de usuários, foi avaliado em US$ 14 bilhões pelo vice-presidente J.D. Vance, embora analistas apontem que o valor real da plataforma esteja entre US$ 30 bilhões e US$ 40 bilhões. Empresas como Oracle e Silver Lake surgem entre as principais interessadas na compra, enquanto fundos ligados à ByteDance e investidores estrangeiros também podem integrar a nova composição societária. A decisão marca mais um capítulo da disputa envolvendo o futuro do aplicativo, que já esteve na mira de diferentes governos americanos desde 2020.</p>
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		<title>Trump estende prazo para venda do TikTok nos Estados Unidos até dezembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump estendeu o prazo para que a ByteDance conclua a venda do TikTok nos Estados Unidos. Trata-se da quarta prorrogação feita pelo governo, que agora impede até 16 de dezembro de 2025 que o Departamento de Justiça aplique uma lei de segurança nacional que poderia banir o aplicativo no país. Segundo o [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump estendeu o prazo para que a ByteDance conclua a venda do TikTok nos Estados Unidos. Trata-se da quarta prorrogação feita pelo governo, que agora impede até 16 de dezembro de 2025 que o Departamento de Justiça aplique uma lei de segurança nacional que poderia banir o aplicativo no país. Segundo o secretário do Tesouro, Scott Bessent, um “acordo estruturado” foi alcançado envolvendo a plataforma, enquanto a legislação previa penalidades a empresas como Apple, Google e provedores de internet que mantivessem serviços ligados ao TikTok sem um desinvestimento.</p>



<p>De acordo com o Wall Street Journal, cerca de 80% das operações do TikTok nos Estados Unidos seriam transferidas para um consórcio de investidores formado por Oracle, Silver Lake e Andreessen Horowitz. O arranjo exigiria ainda que os usuários americanos migrassem para um novo aplicativo, segundo a publicação. O acordo, que também inclui investidores atuais da ByteDance, deve ser finalizado entre 30 e 45 dias e prevê a manutenção do contrato de computação em nuvem da Oracle com o TikTok. Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, devem discutir os termos da negociação em encontro marcado para sexta-feira.</p>



<p>Bessent afirmou que os pontos comerciais centrais do acordo já estavam definidos desde março ou abril, mas foram suspensos após as tarifas e políticas comerciais impostas por Washington à China. Segundo ele, a ameaça de Trump de permitir que o TikTok fosse “desligado” nos EUA contribuiu para que Pequim aceitasse retomar as negociações. Em comunicado, um alto funcionário da Casa Branca ressaltou que detalhes sobre o acordo só poderão ser considerados oficiais após anúncio formal da administração. O TikTok não respondeu aos pedidos de comentário sobre o caso.</p>
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		<title>Trump afirma que futuro do TikTok segue indefinido: “Depende da China”</title>
		<link>https://portalamerica.com.br/trump-afirma-que-futuro-do-tiktok-segue-indefinido-depende-da-china/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 17:17:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Donald Trump afirmou que segue em negociações com a China sobre a venda do TikTok, em uma tentativa de manter o aplicativo em funcionamento no país. Esta já é a quarta vez desde sua posse que o governo americano prorroga o prazo para que a plataforma seja vendida a um comprador não chinês, [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Donald Trump afirmou que segue em negociações com a China sobre a venda do TikTok, em uma tentativa de manter o aplicativo em funcionamento no país. Esta já é a quarta vez desde sua posse que o governo americano prorroga o prazo para que a plataforma seja vendida a um comprador não chinês, evitando assim um possível banimento. O prazo atual se encerra na quarta-feira, dia 17.</p>



<p>Segundo Trump, a manutenção do TikTok nos Estados Unidos depende diretamente da aprovação das autoridades chinesas, que até agora não deram sinal verde para a operação. A Casa Branca justifica a pressão alegando riscos de que dados de aproximadamente 170 milhões de usuários americanos sejam acessados pelo governo chinês, além da possibilidade de interferência no debate público por meio do algoritmo da plataforma. No entanto, nenhuma evidência concreta dessas ameaças foi apresentada até o momento.</p>



<p>O impasse envolve também a ByteDance, dona do TikTok, que precisa autorizar a venda e ainda busca alternativas para manter sua presença no mercado norte-americano. Enquanto isso, milhões de usuários aguardam ansiosos uma definição sobre o futuro do aplicativo, que se tornou parte essencial da rotina digital, especialmente entre os jovens. Trump, por sua vez, afirmou que gostaria de resolver a questão “pelas crianças”, mas ressaltou que pode tanto permitir que o aplicativo deixe de existir nos EUA quanto mantê-lo, caso a China concorde com os termos negociados.</p>
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		<title>Governo anuncia avanço nas negociações para venda do TikTok</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Jandrey]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 16:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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<p>O presidente Donald Trump afirmou que um grupo de investidores bilionários está se preparando para adquirir o TikTok, atualmente controlado pela empresa chinesa ByteDance. A declaração foi feita durante um evento em Doral, na Flórida. Trump afirmou que os nomes dos envolvidos na negociação serão divulgados nas próximas semanas, e que o processo incluirá a aprovação tanto do governo dos Estados Unidos quanto da China. Entre os possíveis compradores estão nomes como Oracle, a empresa de IA Perplexity, o bilionário Frank McCourt e fundos como Blackstone.</p>



<p>A venda do TikTok está sendo impulsionada pela lei “Protecting Americans from Foreign Adversary Controlled Applications Act”, assinada por Trump em 2025, que determina que aplicativos controlados por países adversários, como a China, devem ser vendidos ou banidos do mercado americano. Inicialmente, o prazo para a desativação do TikTok nos EUA era 19 de janeiro, mas foi estendido para 17 de setembro, com possibilidade de prorrogação até março de 2026. Enquanto isso, a plataforma trabalha em uma versão alternativa totalmente americana que poderá ser lançada já em setembro.</p>



<p>Para que a transação avance, o governo chinês também precisará aprovar a venda. Trump afirmou que conversas com representantes da China devem acontecer nos próximos dias. A legislação americana exige que qualquer aplicativo considerado sob influência de adversários estrangeiros seja transferido a controle nacional, o que pode incluir transferência de dados, servidores e infraestrutura tecnológica. Especialistas apontam que mesmo com a venda, a operação depende da concordância de Pequim, já que o algoritmo central do TikTok é considerado uma tecnologia sensível sob a lei chinesa de exportações.</p>
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