Em entrevistas gravadas com investigadores do Departamento de Justiça, Ghislaine Maxwell, ex-namorada de Jeffrey Epstein e atualmente presa por tráfico sexual, declarou que não acredita que o bilionário tenha cometido suicídio em sua cela em 2019. Em vez disso, ela sugeriu que a morte teria sido resultado de um erro ou ação interna, como pagamento a outro preso, e não uma conspiração orquestrada por figuras externas poderosas.
Maxwell também rejeitou a existência de uma lista secreta de clientes de Epstein e considerou improvável que sua morte estivesse ligada a chantagem ou uma retaliação de elites. Ela defendeu que, se alguém quisesse eliminá-lo, teria feito isso em um momento menos vigiado fora da prisão. A entrevistada atribuiu possíveis falhas à negligência do sistema prisional, e não a uma operação criminosa bem elaborada.
A publicação das transcrições gerou novas discussões sobre o caso, reacendendo dúvidas sobre a versão oficial de suicídio, embora o FBI e o Departamento de Justiça tenham confirmado a causa como suicídio. A declaração de Maxwell dá novas nuances ao debate, sugerindo possíveis falhas do sistema prisional e renovando a pressão por transparência.