A CIA utilizou uma tecnologia inédita chamada “Ghost Murmur” para localizar e resgatar um aviador americano abatido no sul do Irã. O sistema combina magnetometria quântica com inteligência artificial para detectar os sinais eletromagnéticos do coração humano e diferenciá-los do ruído do ambiente, permitindo localizar pessoas em áreas remotas. A missão envolveu o piloto, identificado como “Cara 44 Bravo”, que permaneceu escondido por cerca de 40 horas em uma fenda de montanha, enquanto forças iranianas realizavam buscas na região.
Segundo fontes ouvidas pelo New York Post, o sucesso da operação foi facilitado pelas condições do terreno, como baixa interferência eletromagnética e contraste térmico do deserto, que ajudaram a tecnologia a identificar o sinal vital do piloto. A ferramenta foi desenvolvida pela divisão Skunk Works da Lockheed Martin e já havia sido testada em helicópteros Black Hawk, com potencial de uso em caças F-35. O resgate ocorreu mesmo com o piloto tentando se localizar por meios tradicionais, e o sistema confirmou sua posição quando ele se deslocou para emitir o sinal.
A operação mobilizou centenas de militares e múltiplas aeronaves, com danos limitados a dois aviões que precisaram ser destruídos em solo, sem registro de baixas entre os EUA. Autoridades americanas mencionaram o uso da tecnologia de forma indireta, destacando a complexidade da missão. Apesar do sucesso, detalhes sobre o tempo de processamento da ferramenta e possíveis aplicações em cenários de guerra permanecem sigilosos, reforçando o caráter inovador e estratégico do sistema.