Chelsea goleia PSG e entra para história ao conquistar Mundial de Clubes

Por Márcio Jandrey, Portal América.

O Chelsea sagrou-se campeão do Mundial de Clubes da FIFA 2025 ao derrotar o Paris Saint-Germain por 3 a 0 na grande final realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, neste domingo. O time inglês foi dominante desde os primeiros minutos, com destaque absoluto para Cole Palmer, que marcou dois gols (aos 22 e 30 minutos) e participou ativamente do terceiro, anotado por João Pedro aos 43. A equipe comandada por Enzo Maresca se impôs com intensidade ofensiva e organização tática, neutralizando as principais peças do PSG. Além do setor ofensivo, o goleiro Robert Sánchez teve papel crucial ao defender finalizações decisivas, consolidando a vitória sem sofrer gols.

O Paris Saint-Germain entrou em campo como favorito após eliminar grandes adversários como o Real Madrid na semifinal. No entanto, a equipe de Luis Enrique mostrou dificuldade em lidar com a pressão imposta pelo Chelsea e cometeu erros defensivos decisivos. A situação ficou ainda mais complicada quando João Neves foi expulso após puxar deliberadamente os cabelos do lateral Cucurella em uma jogada sem bola. A atitude foi flagrada pelo VAR e gerou cartão vermelho direto, encerrando qualquer chance de reação parisiense. A derrota escancarou a fragilidade da equipe diante de jogos decisivos, mesmo com elenco repleto de estrelas.

Logo após o apito final, a celebração foi ofuscada por um momento tenso: o técnico do PSG, Luis Enrique, discutiu asperamente com o atacante João Pedro, o que gerou um princípio de confusão entre membros das comissões técnicas e jogadores no centro do gramado. A FIFA interveio rapidamente para encerrar o tumulto. Na cerimônia de premiação, o presidente Donald Trump foi uma das figuras públicas convidadas para entregar o troféu. A conquista garantiu ao Chelsea uma premiação estimada em mais de 100 milhões de libras, além de consolidar o status do clube como potência internacional. Cole Palmer, eleito o melhor jogador da final, tornou-se símbolo de uma nova geração promissora do futebol inglês.

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