Morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, Oscar Schmidt, um dos maiores jogadores da história do basquete mundial. Conhecido como “Mão Santa”, o ex-atleta sofreu uma parada cardiorrespiratória em São Paulo e não resistiu, apesar do atendimento médico. Ele deixa a esposa, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Stephanie, além de um legado que ultrapassa gerações dentro e fora das quadras.
Reconhecido como um dos maiores pontuadores da história do basquete, Oscar construiu uma carreira extraordinária, com destaque para sua atuação pela seleção brasileira e em clubes no Brasil e na Europa. Dono de recordes impressionantes, como o de maior cestinha da história das Olimpíadas, ele se destacou não apenas pelo talento, mas também pela paixão com que defendia o país. Sua decisão de recusar a NBA para continuar representando o Brasil reforçou ainda mais sua imagem de dedicação e patriotismo no esporte.
Fora das quadras, Oscar também se tornou símbolo de força ao enfrentar, por mais de 15 anos, um tumor cerebral. Sua luta contra a doença foi marcada por coragem, bom humor e resiliência, inspirando fãs e atletas. Mesmo após a aposentadoria, seguiu ativo, compartilhando sua história e motivando pessoas com palestras e aparições públicas. Sua trajetória, repleta de superações e conquistas, consolida seu nome como uma lenda eterna do basquete.