O presidente Donald Trump anunciou na madrugada de sábado a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, em uma operação militar que, segundo fontes, vinha sendo planejada havia meses. A missão, revelada inicialmente em uma publicação na rede Truth Social, foi descrita por autoridades americanas como resultado de um longo trabalho de inteligência e preparação tática.
De acordo com pessoas familiarizadas com a operação, tropas de elite dos Estados Unidos, incluindo a Delta Force, chegaram a construir uma réplica do esconderijo de Maduro para simular a invasão de uma residência fortificada. Os ensaios teriam incluído diferentes cenários de entrada e retirada, com foco em minimizar riscos durante a captura. Paralelamente, a CIA mantinha agentes em solo venezuelano desde agosto, monitorando a rotina do presidente e reunindo informações estratégicas.
Fontes ouvidas pela Reuters afirmaram ainda que a agência contava com um informante próximo a Maduro, preparado para indicar sua localização exata no momento da ofensiva. Com base nesses dados, Trump autorizou a missão quatro dias antes de sua execução, embora militares e agentes de inteligência tenham recomendado adiar o início até que as condições climáticas fossem favoráveis.
A operação, batizada de Absolute Resolve, envolveu uma ampla mobilização militar. O Pentágono coordenou o envio de um porta-aviões, 11 navios de guerra, dezenas de aeronaves — incluindo caças F-35, F-22 e bombardeiros B-1 — e mais de 15 mil militares para o Caribe. Ataques aéreos atingiram alvos militares em Caracas, enquanto forças especiais avançavam em solo, enfrentando resistência pontual durante a entrada no complexo onde Maduro se encontrava.
Segundo autoridades americanas, Maduro tentou alcançar uma sala segura, mas foi surpreendido pelas tropas e se rendeu junto com a esposa. Alguns militares dos EUA ficaram feridos, mas não houve mortes. Após a retirada do território venezuelano, os detidos foram levados por helicóptero até o mar e transferidos para o navio anfíbio USS Iwo Jima. Horas depois, Trump divulgou uma imagem de Maduro sob custódia, confirmando o desfecho da operação que marcou um novo capítulo na crise entre Washington e Caracas.