A Casa Branca lançou uma campanha para promover o nome do presidente Donald Trump ao Prêmio Nobel da Paz, destacando seu papel na mediação de conflitos internacionais. A porta-voz Karoline Leavitt fez uma publicação nas redes sociais afirmando que “o mundo clama” pelo reconhecimento de Trump, citando sua atuação nos cessar-fogos entre Índia e Paquistão, Tailândia e Camboja, Egito e Etiópia, Ruanda e República Democrática do Congo, além de citar sua participação nas negociações ligadas a Israel e Gaza. A mensagem foi amplamente divulgada como um esforço diplomático para fortalecer a imagem do presidente como pacificador global.
O respaldo a Trump ao Nobel da Paz vem de diversos líderes mundiais. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, já havia anunciado formalmente sua indicação, elogiando a “dedicação inabalável” de Trump à estabilidade internacional. Recentemente, Camboja, Paquistão, Armênia e Azerbaijão também expressaram apoio à candidatura, com os líderes da Armênia e do Azerbaijão, que assinaram um acordo de paz no Salão Oval, propondo coletivamente o nome de Trump.
A possível conquista do Nobel da Paz representaria o reconhecimento internacional de uma nova abordagem americana à diplomacia, centrada em negociações diretas e resultados práticos. Apoiadores defendem que, sob a liderança de Trump, os Estados Unidos conseguiram intermediar acordos que antes pareciam impossíveis, fortalecendo laços entre nações e promovendo estabilidade em regiões historicamente instáveis. Segundo aliados, essa postura ativa demonstra que o país voltou a exercer um papel de destaque como mediador global.